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Durante curso, militares e brigadistas combatem incêndio criminoso na zona rural de Corumbá

Leonardo Cabral em 12 de Setembro de 2020

Foto enviada ao Diário Corumbaense

Militares e brigadistas do Prevfogo atuando no combate ao foco de incêndio

Militares da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira e do 17° Batalhão de Fronteira, ajudaram a conter fogo que consumia uma área na estrada que dá acesso à região do Jacadigo, zona rural de Corumbá, na sexta-feira, 11 de setembro. 

Diário Corumbaense apurou que cerca de 30 militares do Exército participavam de um curso ministrado por instrutores do Ibama/Prevfogo, para darem apoio aos brigadistas no combate aoa incêndios florestais, que desde março, vêm afetando Corumbá e consumindo áreas extensas no Pantanal de Mato Grosso do Sul e do Mato Grosso, onde hoje, a situação é mais crítica. 

Durante o curso, os militares foram avisados de que um foco de incêndio de grande proporção tomava conta da mata na área de instrução militar do 17º Batalhão de Fronteira. Todos os participantes, junto com os brigadistas que estavam ministrando o curso, se deslocaram para a região e combateram o fogo. 

Foto enviada ao Diário Corumbaense

Militares colocaram em prática o que foi ministrado no curso de combate a incêndios

O incêndio teria sido criminoso. Testemunhas relataram à equipe que viram dois homens ateando fogo na mata e logo depois seguiram em direção à Bolívia.

Corumbá encoberta pela fumaça

Neste sábado (12), mais uma vez o município amanheceu tomado pela cortina de fumaça. Isso, segundo o Corpo de Bombeiros Militar, ocorre devido aos focos de queimadas na divisa dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde o trabalho de combate aos incêndios florestais segue no Pantanal.

Os pontos de queimadas estão concentrados na região Norte de Mato Grosso. A fumaça vem dessa área para Corumbá. Mas, focos de queimadas próximos à área urbana da cidade e também em terrenos baldios, contribuem para a densa camada de fumaça sobre o município pantaneiro.

A chuva, tão esperada por todos que vivem esse clima desértico, só na segunda quinzena, segundo a meteorologia e ainda assim, não será o suficiente para controlar a situação.

Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Densa camada de fumaça, vinda principalmente de focos de incêndio no Mato Grosso, encobre toda a região

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