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"Travessia provisória" vai ser instalada durante recuperação de lajes da ponte sobre o rio Paraguai

Rosana Nunes com Portal de Notícias de MS em 29 de Janeiro de 2024

Chico Ribeiro/Arquivo Governo do Estado

Ponte sobre o rio Paraguai, em Porto Morrinho, tem 1.890 metros de extensão

A assessoria de imprensa da Seilog (Secretaria de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso do Sul) informou nesta segunda-feira (29), que a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), realizou reunião no dia 25 de janeiro, com a participação de equipe técnica para explorar alternativas eficientes que reduzam o tempo de cura do concreto que será utilizado na obra de recuperação das lajes em balanço da ponte sobre o rio Paraguai, na BR-262, região de Porto Morrinho.

O encontro focou na necessidade de minimizar os impactos das interdições do trânsito na ponte, que é crucial para a ligação das cidades de Corumbá e Ladário com o restante de Mato Grosso do Sul.

Foram discutidos métodos e tecnologias para preservar a qualidade da obra. Durante o processo de recuperação das lajes, será utilizada uma “travessia provisória” para minimizar os impactos do serviço. Projetada para ser instalada em 15 de fevereiro, após o período do Carnaval, esta "travessia provisória" possui estrutura metálica, com rampas que possibilitarão o tráfego de veículos em uma via da ponte, enquanto a outra estiver em processo de recuperação.

Para recuperar as lajes com patologias, estão previstas cinco interdições no trânsito, durante a noite. Será utilizado concreto de alto desempenho para que o tempo de cura dure no máximo 12 horas. Também é avaliada a possibilidade de ativar uma balsa para travessias durante o fechamento da ponte.

A Seilog se comprometeu a divulgar amplamente as datas específicas das interdições a transportadores, trade turístico e imprensa para que as pessoas ajustem suas rotas e planejem suas atividades.

A obra

A ponte está operando com tráfego meia pista, no sistema "Pare e Siga", perto do fim da passagem no sentido de Corumbá para Miranda desde o dia 21 de março, quando foram feitas vistorias na estrutura da ponte. 

Foram constatados danos nas extremidades das lajes em pontos localizados junto aos pilares P2, P24 e P27. De acordo com a Seilog, a obra emergencial também vai garantir a troca da junta elastomérica do pilar P6 - elemento de vedação do espaço necessário para dilatação da estrutura entre os vãos da ponte, e a substituição parcial dos aparelhos de apoio - que transferem as cargas das vigas para os pilares e permitem a dilatação e movimentação da estrutura.

O valor estimado da obra é de R$ 1.397.616,59. A empresa contratada, a ENGR Engenharia e Consultoria Ltda, tem prazo de 150 dias a partir da ordem de início para concluir os serviços.

A ponte sobre o rio Paraguai, na região do Porto Morrinho, distante cerca de 70 quilômetros de Corumbá, foi inaugurada em 10 de maio de 2001 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Tem 1.890 metros de extensão.

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