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Pré-candidato e de saída do Governo, Riedel destaca novo patamar de MS

Da Redação com assessoria de imprensa em 31 de Março de 2022

Divulgação

Eduardo Riedel é pré-candidato ao Governo pelo PSDB

O agora ex-secretário estadual de Infraestrutura e pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), anunciou na tarde desta quinta-feira (31) sua desincompatibilização do cargo para disputar pela primeira vez uma eleição. Em sua fala, o tucano elencou conquistas da administração Reinaldo Azambuja, na qual ficou por 7 anos e 3 meses. 

“Saneamos as contas públicas e somos hoje um estado triplo 'A' em solidez fiscal, segundo o Tesouro Nacional. Cortamos gastos, acabamos com desperdícios, enxugamos o custo da máquina pública e assim nos tornamos o 1º estado mais enxuto do Brasil e o 1º estado em investimentos por habitante do país. Também somos o 1º estado em liberdade econômica, para empreender e o 2º estado em licenciamento ambiental”, destacou Eduardo Riedel. 

À frente da secretaria de governo e gestão estratégica por 6 anos, Riedel foi o responsável por conduzir a administração pública no atendimento de demandas dos 79 municípios sul-mato-grossenses, gerando emprego e renda, colocando o Estado como o 3º do país com maior crescimento projetado do PIB, com a 3ª menor taxa de desemprego e investimentos privados no Mato Grosso do Sul que chegam a R$ 33 bilhões. 

No PSDB desde 2002, Eduardo Riedel afirmou que sua pré-candidatura é fruto de um projeto de vários aliados, de uma caminhada em prol do desenvolvimento do Estado, manutenção e ampliação de programas como o Mais Social e o Conta de Luz Zero.

“Me sinto orgulhoso de representar a muitos, e preparado para debater no processo eleitoral. Não vou deixar que arrastem o debate para vala comum da mediocridade. Assim como a democracia amadurece, a classe política também tem que amadurecer”, frisou Eduardo Riedel. 

O pré-candidato tucano ainda destacou que o partido e aliados aguardam definições do cenário nacional, mas chamou a atenção para a aliança já firmada com o PP e com Tereza Cristina, que deixou o MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) para disputar uma vaga no Senado Federal, e que isso, naturalmente, pode atrair a simpatia do presidente Jair Bolsonaro à candidatura tucana. Porém, o cenário nacional ainda é prematuro e incipiente.

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