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Em vinte dias, acusada de comandar “Boca da Vânia” é presa pela segunda vez em Ladário

Leonardo Cabral em 18 de Setembro de 2019

Divulgação/ PC Ladário

Vânia foi presa pela primeira vez em agosto e estava em prisão domiciliar

Após ser presa por tráfico de drogas, no mês de agosto, Vânia Soares Miranda, acusada de comandar a "boca da Vânia”, foi colocada em liberdade e em menos de vinte dias, quando cumpria prisão domiciliar, foi novamente presa em sua casa, na rua Emília Alves, no bairro Boa Esperança, em Ladário. Ela foi flagrada comercializando pasta base de cocaína na terça-feira, 17 de setembro.

Investigadores da Polícia Civil de Ladário realizavam rondas pela região, que é conhecida pela comercialização de drogas, quando encontraram um usuário de entorpecente, que estava saindo da residência de Vânia e foi abordado. Ele confessou que havia comprado a "paradinha" da mulher pelo valor de R$ 10,00 e que ela entregou a pasta base pela janela.

A equipe policial foi até a casa de Vânia e a prendeu por tráfico de drogas. Além disso, foram apreendidos moedas e alguns papelotes do entorpecente que estavam prontos para serem vendidos.

“Toda e qualquer denúncia pode ser feita pelo disque denúncia. O aplicativo WhatsApp tem o número (67) 99668-1679. O sigilo da identidade e número telefônico são mantidos. É uma forma de aproximar ainda mais a população da Polícia Civil”, falou o delegado Luca Venditto Basso, titular da Delegacia de Ladário.

Primeira prisão de Vânia

Vânia Soares Miranda foi presa no dia 29 de agosto, durante a operação Fronteira Segura Pantanal deflagrada em Corumbá e Ladário. A casa da autora já era conhecida pela Polícia como ponto de comercialização de entorpecentes devido a denúncias anônimas.

Com mandado expedido pela Justiça, os policiais entraram na residência e apreenderam 19 trouxinhas de cocaína, uma "paradinha" maior de aproximadamente 5g da mesma droga e uma trouxinha de maconha. Os entorpecentes estavam escondidos no banheiro, dentro do chuveiro. 

Ainda foram achados saquinhos plásticos utilizados no preparo da droga, várias moedas e cédulas de pequeno valor, típicos da venda de drogas. Também foram apreendidos objetos sem comprovação lícita, como uma TV e um aparelho de som, equipamentos furtados que foram trocados por droga.

Vânia acabou confirmando que vendia a “paradinha” de cocaína por R$ 10,00 e a de maconha por R$ 5,00.  Ela foi presa e levada para a Delegacia de Polícia Civil de Ladário. Depois, a Justiça concedeu à ela prisão domiciliar. Mas, com a nova prisão em flagrante, ela permanecerá presa até a audiência de custódia.

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