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Corpo é encontrado preso a camalote no rio Paraguai

Leonardo Cabral em 27 de Junho de 2019

Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Corpo estava preso a um camalote quando foi trazido para as margens do rio

Após 72h de buscas, o corpo de vítima de afogamento, próximo a prainha do Porto Geral de Corumbá, foi resgatado na manhã desta quinta-feira, 27 de junho. Funcionários de embarcações atracadas no rio Paraguai, acionaram o Corpo de Bombeiros Militar após avistarem o corpo de um rapaz identificado, conforme a equipe do 3º Grupamento, como José Gustavo de Figueiredo, de 23 anos.

Ao Diário Corumbaense, o sargento Rocha, explicou que o corpo estava boiando e preso a um camalote. “As pessoas que estavam aqui trabalhando avistaram o corpo e entraram em contato com a guarnição que veio e realizou os procedimentos de resgate. Ele estava aproximadamente 10 a 15 metros de distância das margens do rio”, informou.

Além disso, tatuagens pelo corpo e uma no pescoço, com o nome de “Gustavo” confirmam que é o rapaz que estava desaparecido. Ela usava uma camiseta na cor vinho e short jeans, de acordo com relatos da família ao Corpo de Bombeiros no dia em que informou sobre o desaparecimento dele. Ele também usava um relógio de pulso e estava descalço.

O sargento Rocha voltou a alertar a população sobre banho no rio Paraguai. “O rio é impróprio para banho. Sempre deixamos claro isso, pois as pessoas insistem em tomar banho no local”, destacou.

O caso

Testemunhas que participavam dos festejos juninos e um trabalhador de um posto de gasolina haviam informado ao Corpo de Bombeiros que viram uma pessoa, do sexo masculino, se debatendo no rio, na madrugada de domingo (23) e, então, ele teria sido levado pela correnteza em direção ao tubo de captação.

Anderson Gallo/Diário Corumbaense

De acordo com os bombeiros, corpo é de José Gustavo de Figueiredo, de 23 anos

Os mergulhadores do 3º Grupamento iniciaram buscas no domingo mesmo, dando continuidade nas últimas 72h. O Corpo de Bombeiros ainda informou que familiares de José Gustavo de Figueiredo, depois de postarem nas redes sociais sobre o desaparecimento dele, foram alertados que havia uma possível vítima de afogamento. Uma irmã de José Gustavo, revelou que o irmão estava com as mesmas vestimentas que foram identificadas com o  corpo achado e também as tatuagens.

Uma equipe da Perícia da Polícia Civil esteve no local e o corpo foi levado para Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL), onde familiares farão o reconhecimento.

Com este caso, sobe para três o número de mortes por afogamento este ano em Corumbá.  

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