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Novembro ainda não registra mortes por covid em Mato Grosso do Sul

Portal de Notícias do Governo de MS em 03 de Novembro de 2021

Mato Grosso do Sul continua com o boletim epidemiológico zerado para óbitos por covid nesta quarta-feira (03). Os dados são acumulados de segunda (01) e terça-feira (02) e repetem o cenário apresentado no boletim do primeiro dia de novembro.       

A média móvel que já esteve em 56,7 em abril deste ano, segue estabilizada em 1,1 para a última semana. Desde o início da pandemia, 9.646 sul-mato-grossenses perderam a vida para a doença. Vale destacar que o mês de outubro encerrou com 48 óbitos, o menor indicador desde maio de 2020 que teve 11 registros.

Foram confirmados 11 novos casos de covid. A média móvel aponta que a última semana confirmou cerca de 49 casos diários no Estado. A taxa de contágio se manteve estável em 0,85.   

Depois de ter registrado 40 internações no dia 25 de outubro, o número de pacientes covid ocupando um leito de hospital voltou a subir e conta com 78 nesta quarta-feira. Conforme os dados do boletim, são 44 em leitos clínicos e 34 em leitos de UTI. 

Reprodução

"Precisamos ter toda precaução", disse Geraldo Resende em live desta manhã

"Um acréscimo que a gente precisa verificar porque está ocorrendo. A maioria tem nos levado a identificar que uma parcela dessas pessoas são pessoas que não foram vacinadas ou que não completaram o ciclo vacinal na sua integridade", analisou o secretário de saúde, Geraldo Resende. 

A taxa de ocupação global de leitos SUS/UTI por macrorregião é de 61% em Dourados, 46% em Campo Grande, 41% em Corumbá e 36% em Três Lagoas. 

Por outro lado, a vacinação da população total de Mato Grosso do Sul já atinge 77,99% com a primeira dose e 65,15% considerada imunizada por ter tomado as duas doses ou dose única.   

"Estamos caminhando para um cenário diferente, mas precisamos ter toda precaução. A todo momento assistimos o recrudescimento em vários países da Europa. É preciso a gente ter esses exemplos para gente mostrar que em MS precisamos mais uma vez fazer com que a ciência prepondere e que aquilo que os especialistas apontam seja adotado aqui no Estado", destacou Resende.

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