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Brasileiro acusado de explodir granada em presídio da Bolívia é condenado a 30 anos de prisão

Leonardo Cabral em 13 de Fevereiro de 2020

Reprodução/ Clave 300

Com a explosão provocada por Lucas, dois internos morreram e cerca de 30 ficaram feridos na prisão

O brasileiro Lucas Resendi Saraiva, acusado de explodir uma granada na prisão de Mocoví, localizada na cidade de Trinidad, Bolívia, e apontado como membro do Primeiro Comando da Capital (PCC), foi condenado a 30 anos de prisão. A sentença foi declarada pelo juiz da 1ª instrução criminal de Beni, Ricardo Illanes Saavedra.

O atentado foi na última segunda-feira (10). Dois detentos identificados como Jorge Mauricio Solíz Rojas e Rubén Dario Salazar Abrego morreram. Outros 30 presos ficaram feridos. O brasileiro foi transferido para o Centro de Reabilitação de Palmasola, no departamento de Santa Cruz.

Lucas Saraiva assumiu a autoria do atentado, que provavelmente aconteceu por briga pelo "poder" dentro da penitenciária, no Pavilhão A. Ele ainda pediu para que fosse transferido para Santa Cruz por medo de ser morto em Mocobí.

As investigações apontaram que a granada foi entregue por outro estrangeiro ao ser escondida em um pacote de saltenhas, para ser entregue a Lucas. Os detentos da prisão de Mocoví rejeitaram o retorno do membro do PCC e ameaçaram realizar motim caso voltasse.

O juiz determinou prazo máximo de seis dias para a transferência do brasileiro. Com informações do site Clave 300. 

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