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Fraternidade sem Fronteiras marca presença no Festival América do Sul Pantanal

Da Redação em 18 de Maio de 2018

Um dos maiores eventos culturais de MS abriu as portas para a causa da Fraternidade sem Fronteiras. O Festival América do Sul Pantanal 2018 que acontece entre os dias 24 a 27 de maio, terá diversas atrações, estandes, palestras, shows e mais de 200 atividades culturais: uma dessas atrações será a FSF.

A Fraternidade terá um estande de quinta (24) a domingo (27), das 16h às 22h. O local ficará disponível para apresentar os projetos, sanar dúvidas e cadastrar quem sentir no coração a vontade de fazer parte dessa corrente de amor. Além da venda de produtos fabricados em prol da causa, como as naninhas, camisetas, CDs e mais.  

Divulgação

Fraternidade sem Fronteiras foi fundada em Campo Grande e hoje tem voluntários em todo o mundo

Já no sábado, dia 21, o presidente da FSF, Wagner Moura, fará uma palestra às 10h no Centro de Convenções do Pantanal. O tema é “Responsabilidade Social” e em sua fala, Wagner irá propor uma reflexão sobre como o sentimento de fraternidade traz essa responsabilidade com o coletivo. Durante a palestra, ele falará também sobre os projetos, as iniciativas e sobre histórias incríveis de superação presenciadas dentro da Fraternidade sem Fronteiras, como é o caso da moçambicana Especiosa Marge, a primeira jovem universitária que foi acolhida pela Fraternidade aos 11 anos de idade e hoje cursa biologia. Além de outros exemplos de causas que têm essa responsabilidade com a sociedade, como é o caso do Hospital São Julião, em Campo Grande/ MS. “É legal o festival nos trazer essa oportunidade de pensar no coletivo, de falarmos sobre essa reponsabilidade”, comenta Soraia Monteiro, colaboradora da Fraternidade que participará do Festival América do Sul Pantanal.     

A Fraternidade sem Fronteiras

A Fraternidade sem Fronteiras é uma organização não governamental fundada em Campo Grande/MS, no ano de 2009. Na cidade, tem o projeto da Orquestra Filarmônica Jovem Emmanuel, do maestro Orion Cruz, que ensina música a crianças da periferia de Campo Grande e apoia a Clínica da Alma do Pr. Milton, um local que acolhe homens e mulheres dependentes químicos.

Em breve lançará o Fraternidade na Rua, uma ação que visa retirar das ruas homens e mulheres viciados em drogas e álcool.

Na Paraíba apoia o projeto da médica Adriana Mello que trabalha com crianças com microcefalia. E em Boa Vista, Roraima, mantém um centro de acolhimento para refugiados venezuelanos, cuidando e intermediando na hora de conseguir um emprego aqui no Brasil.

Na África subsaariana mantém em Moçambique, com o apoio de voluntários de todo o mundo, 27 centros de acolhimento, já perfurou 11 poços, construiu casas, hortas, padaria e mais. Em Madagascar, com apenas 1 ano de trabalho já abriu dois centros de acolhimento que ajudam aproximadamente 4 mil crianças e suas mães, e está construindo a Cidade da Fraternidade, um local que acolherá mais de 100 famílias.
Para saber mais acesse www.fraternidadesemfronteiras.org.br. Com assessoria de imprensa da instituição.

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