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Cripam lança aplicativo para facilitar doações para obras sociais

Leonardo Cabral em 17 de Setembro de 2019

Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Cripam atende crianças e adolescentes de Corumbá e Ladário

Rendida também ao mundo tecnológico, a Cripam (Casa de Recuperação Infantil Padre Antonio Müller) passará a contar com um aplicativo para doações. A partir desta terça-feira, 17 de setembro, a nova ferramenta tecnológica vai estar disponível para pessoas de todo o Brasil que queiram fazer doações em dinheiro para ajudar a Cripam a manter os atendimentos a crianças e jovens em Corumbá.

Conforme a coordenadora geral de projetos sociais da instituição, Luciene da Costa Cunha, o novo sistema chega através da União pela Vida, que é da Organização Salesianos no Brasil, da qual a entidade faz parte.

“Através dessa organização, a Cripam será beneficiada com um aplicativo, dando a possibilidade para todo o Brasil poder colaborar com a sustentabilidade dos seus projetos, ou seja, a captação de recursos. Qualquer pessoa física ou empresa poderá fazer a sua doação, dessa forma todos poderemos ter a responsabilidade social com crianças e jovens em situação de vulnerabilidade”, disse Luciene ao Diário Corumbaense.

Ela ainda reforça que o novo aplicativo vem somar com os trabalhos realizados pela Cripam. “Com a facilidade e comodidade, queremos auxiliar essas pessoas na hora das doações, para que elas possam assumir a responsabilidade social por esta causa junto às crianças e adolescentes, independentemente da quantia que for doada, pois o mínimo do mínimo, para nós da Cripam, representa muito”, esclareceu, reforçando a importância dessa corrente do bem. “Precisamos irradiar essa força em favor da vida”, completou.

As doações e lançamento oficial do aplicativo

Para doar, os interessados, pessoas físicas ou jurídicas, podem acessar o link: http://upv.org.br/obra/67-casa-de-recuperacao-infantil-padre-antonio-muller que levará até o site da Cripam, onde então, o aplicativo estará disponível, dando a possibilidade de a pessoa ser um doador mensal e não só pontual.

Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Aplicativo visa facilitar e incentivar doações mensais

Lá, o doador poderá navegar pela “história de vida” da Cripam. Já as doações poderão ser feitas num “atalho” disponibilizado logo mais abaixo, na cor verde escrito: clique aqui e faça a sua doação. Ao entrar, o aplicativo dará a escolha de doação nos valores já padronizados em R$ 15,00, R$ 30,00, R$ 50,00 e R$ 100,00 ou a quantia que desejar.

Todo o valor computado é debitado automaticamente da conta bancária do doador e transferida para a conta da Cripam. O aplicativo também oferece a possibilidade de a pessoa doar por meio de um boleto bancário, que pode ser solicitado no espaço das doações.

Luciene ainda revelou que o aplicativo já está funcionando e a primeira doação foi no valor de R$ 150,00. “Cada pessoa pode ser a ponte para mais um, criando assim, possibilidades e oportunidades para as nossas crianças e adolescentes”, destacou.

Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Alunos são atendidos com diversas atividades

Atualmente, a Cripam trabalha com “dois braços”: a Casa de Acolhimento Marisa Pagge, atende crianças de zero a cinco anos e onze meses e o CAIJ (Centro de Apoio Infanto Juvenil) que recebe cerca de 600 crianças e adolescentes de 04 a 17 anos e onze meses. adolescentes.

Sobre a obra

A Casa de Recuperação Infantil Padre Antônio Müller, surgiu em 1996 com a finalidade de auxiliar na recuperação de crianças de zero a seis anos desnutridas. Também, em abril de 1996, com o falecimento do padre, as atividades foram interrompidas. No entanto, no mesmo ano, os voluntários, estimulados pela Diocese de Corumbá, reabriram o local, denominando-o de Casa de Recuperação Infantil Padre Antônio Müller. Hoje, a entidade funciona no bairro Cristo Redentor, em sede própria, inaugurada em 2002.

Anderson Gallo/Diário Corumbaense

São mais de 600 crianças e adolescentes assistidas pela instituição

Porém, em 1999 foi iniciado o acolhimento institucional na segunda unidade denominada Casa Irmã Marisa Pagge. É uma casa de acolhida com espaço para 10 crianças vítimas de agressão ou abandono, encaminhadas pelo Juizado da Infância e Adolescência. Essas crianças são acolhidas com muito carinho, recebem acompanhamento psicológico, enquanto uma equipe de reinserção faz o acompanhamento familiar para retorno à família ou ingresso a família substituta.

Já no CAIJ (Centro de Apoio Infanto Juvenil), onde são acolhidas 600 crianças e adolescentes, são oferecidos apoio escolar, oficinas de música, dança, capoeira, fanfarra, panificação, teatro, esporte, artes plásticas e artes manuais. Nesta instituição, eles também recebem apoio alimentar, acompanhamento psicossocial, escolar e fortalecimento dos vínculos familiares.

As áreas de atuação da obra seguem ação Complementar à Escola; acolhimento institucional; atenção à família; formação profissional; práticas esportivas; promoção da cultura e proteção à infância.

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