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TJD marca julgamento de envolvidos em agressão a gandulas para 1º de março

Campo Grande News em 26 de Fevereiro de 2018

A Justiça Desportiva de Mato Grosso do Sul marcou para o dia 1º de março o julgamento da denúncia de agressão ao gandula de 19 anos, durante o jogo entre Comercial e Operário, pela série A do Campeonato Estadual, no dia 18 de fevereiro. Os envolvidos, entre eles o atacante Jéferson Reis e o massagista Raul dos Prazeres, foram intimados a comparecer à sessão.

Reprodução/TV Morena

Jogador foi flagrado espancando gandula após o Operário sofrer gol no clássico

A ação envolvendo jogadores e funcionários dos times que disputavam a rodada foi filmada durante o jogo e as atenções agora estão voltadas para as consequências do episódio. A sessão será realizada pela 1ª Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva da Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul, às 18h.

Além de Jéferson e Raul, devem comparecer ao julgamento o atacante do Operário Rodrigo Grahl, dirigentes dos dois times, o jogador Jéferson da Silva Rodrigues, do Comercial, e o próprio gandula, Tadeu Francisco Kutter Júnior.

Súmula da partida

O relatório feito pelo árbitro da partida, Paulo Henrique Salmázio, publicado na segunda-feira (19), aponta que dois gandulas foram agredidos por jogadores do Operário. Um deles foi Tadeu, considerado o caso mais grave.

Pelas imagens gravadas durante a agressão é possível identificar Jéferson como o agressor do gandula. Outro jogador do Galo citado é Rodrigo Grahl que, segundo a súmula do árbitro, chutou outro gandula, identificado como Éwerton Silva de Oliveira.

Grahl se manifestou pela primeira vez na noite do dia seguinte à confusão, por meio de uma publicação no seu perfil oficial no Instagram. “Sou capitão, líder, experiente e não iria agora com quase 41 anos deixar isso manchar meu currículo. Não existe agressão citada por eles”, escreveu o jogador.

Afastado do time desde o episódio, o atacante Jéferson teve seu contrato rescindido com o clube, segundo informou a diretoria do time no dia 22 de fevereiro. O presidente do Operário, Estevão Petrallas, disse que o jogador recebeu bem a decisão.“A rescisão foi em comum acordo, até porque a pena deve ser alta”, relatou na ocasião.

 

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