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Padrasto é preso por suspeita de estuprar e matar criança em Sonora

Campo Grande News em 02 de Agosto de 2019

Éder Pereira/Idest

Aparecido Donizete Celestiano quando foi preso em 2012 por estuprar um criança de 3 anos

Aparecido Donizete Celestiano, 63 anos, conhecido como Diabo Loiro, foi preso sob suspeita de estuprar e matar asfixiada a enteada Clara Vitória Simões de Souza, de sete anos. A menina foi encontrada morta ao lado da mãe, Carla Adriana Simões da Silva, 38 anos, na manhã de ontem (1º), na rua das Jabuticabas, em Sonora, distante 364 quilômetros de Campo Grande.

Conforme boletim de ocorrência, por volta das 11h, o pai de Clara ligou várias vezes para a casa da ex-mulher e não conseguiu falar com a filha. Depois de um tempo, ele tentou de novo e o telefone foi atendido pelo padrasto dizendo que tanto a mulher quanto a menina estavam dormindo.

Desconfiado com a situação, o pai resolveu ir até ao local e quando chegou encontrou Clara morta e a mulher desacordada. O socorro foi acionado e levou Carla para o Hospital Municipal Rachid Saldanha Derzi. A Polícia Civil e a Perícia Técnica foram acionadas. Questionado sobre o caso, Aparecido disse que na noite anterior, por volta das 22h30, Carla reclamou de dor de cabeça e foi dormir no quarto com a filha.

A primeira informação, relatada pelo suspeito, era de que a mulher tinha dado altas dose de remédios para a criança e se dopado na sequência. O corpo de Clara foi levado para o IML (Instituto Médico Legal) de Coxim. Durante exame necroscópico foi constatado que a vítima foi morta por asfixia. Também havia vestígios de violência sexual. Aparecido foi preso e levado à delegacia e deve responder por homicídio duplamente qualificado. Carla já recebeu alta e nesta manhã prestou depoimento à polícia. Ela contou que misturou cerveja com remédios, apagou e não viu nada. 

Há sete anos, Aparecido Donizete foi preso por estuprar uma criança de três anos. Na época, a prisão ocorreu na rua das Jabuticabas, região central da cidade, em março de 2012. (Colaborou Eder Pereira, do site Idest

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