Da Redação com assessoria de imprensa em 12 de Maio de 2026
Divulgação

Com direção musical e arranjos do maestro Eduardo Martinelli, o concerto revisita o universo de Mercedes Sosa
A participação da instituição reforça o papel do Moinho Cultural como referência artística e cultural na fronteira entre Brasil e Bolívia, onde atua há 21 anos na formação de crianças e adolescentes por meio da música, dança e artes visuais.
A abertura oficial do festival acontece no dia 14 de maio, às 19h, no Porto Geral de Corumbá, com o concerto “Mercedes Sosa – A Voz da América do Sul”. O espetáculo reúne músicos da Orquestra Sinfônica de Campo Grande e da Orquestra de Câmara do Pantanal em uma homenagem à cantora argentina Mercedes Sosa, considerada um dos maiores nomes da música latino-americana.
O concerto tem direção musical e arranjos do maestro Eduardo Martinelli e contará com as vozes de Juci Ibanez, Lorrayne Espíndola e Marta Cel. O cantor Virgílio Miranda também participa da apresentação em um dueto da canção “Años”, eternizada por Mercedes Sosa e Pablo Milanés.
Segundo Márcia Rolon, diretora artística do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, abrir o Festival América do Sul com um espetáculo dedicado à artista argentina representa um encontro simbólico entre a musicalidade da fronteira e a identidade cultural latino-americana.
Além das apresentações musicais, a sede do Moinho Cultural recebe a Oficina Ciclo Aberto: Do Malote à Criação, ministrada pela instrutora Monique Klein. A atividade será realizada nos dias 14, 15 e 16 de maio, nos períodos da manhã e da tarde.
A programação inclui ainda o tradicional Quebra-Torto com Letras, no dia 15, das 8h às 12h. O encontro terá abertura da Orquestra Sinfônica Juvenil do Moinho Cultural e contará com bate-papo entre as escritoras Rai Soares, Raquel Medina e Jusley Sousa, com mediação de Jordana Xavier. A proposta é discutir escrita, memória, oralidade e o protagonismo feminino na literatura brasileira.
No dia 16, a Orquestra Sinfônica Juvenil volta a abrir a programação cultural da instituição. Em seguida, a Orquestra de Câmara do Pantanal sobe ao palco ao lado de Marcos Asunção e Ossuna Braza, encerrando a participação do Moinho Cultural no festival.
Reconhecido como Pontão de Cultura de Mato Grosso do Sul, o Instituto Moinho Cultural Sul-Americano já beneficiou diretamente mais de 25 mil jovens em situação de vulnerabilidade social ao longo de suas duas décadas de atuação na fronteira Brasil-Bolívia.
Serviço
14 de maio
15 de maio
16 de maio
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