Da Redação com assessoria de imprensa em 22 de Dezembro de 2025
Divulgação/Moinho Cultural

Trajetória de Maria Fernanda (à direita) mostra como arte, disciplina e apoio familiar transformam futuros na fronteira
Atualmente, Maria Fernanda ocupa a posição de spalla da Orquestra Jovem do Moinho Cultural e também integra o Legatto, grupo de destaque da instituição. A jovem musicista é considerada uma das promessas formadas pelo Moinho, organização que há 21 anos atua na transformação social de crianças, adolescentes e jovens na fronteira entre Brasil e Bolívia por meio da arte, cultura e educação.
“Ter um violino bom sempre foi um sonho. A bolsa do Moinho me ajudou a começar a me planejar, mas eu sabia que precisaria de mais. Então, comecei a vender brigadeiro no Moinho para juntar o restante. Cada pedacinho desse instrumento tem meu esforço ali”, relata.
Maria Fernanda conheceu o Moinho Cultural aos nove anos, levada pela mãe para realizar o teste de ingresso. O contato inicial com o violino não tinha grandes pretensões, mas logo se transformou em paixão. “Comecei a tocar sem nenhum motivo especial, mas fui evoluindo e me apaixonando”, lembra. Desde então, escolheu a música como caminho e encontrou no violino seu lugar de expressão.
A jovem destaca a importância do Moinho não apenas em sua formação artística, mas também pessoal. “Sou muito grata ao Moinho, porque foi graças a ele que pude conhecer o violino e pessoas muito especiais para mim”, afirma. Ao longo dos anos, passou de iniciante curiosa a referência dentro da sala de ensaio, conquistando a posição de spalla — função que exige liderança, escuta atenta e maturidade musical. “É outra emoção. Ser spalla me ajuda a evoluir e traz muita responsabilidade”, diz.
Divulgação/Moinho Cultural

Maria Fernanda planeja cursar bacharelado em música, atuar em orquestras profissionais e viver da arte
Com o violino dos sonhos em mãos, Maria Fernanda projeta o futuro com ambição e consciência. Pretende cursar bacharelado em música, atuar em orquestras profissionais e viver da arte. A família é parte fundamental desse percurso. “Minha mãe sempre me apoiou. Tenho dois irmãos que também fazem música. Um deles já está planejando comprar um violoncelo com ajuda da bolsa do Moinho. A gente cresce junto”, conclui.
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