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Integrando lista dos mais procurados pela PF, brasileiro é preso na Bolívia

Leonardo Cabral em 14 de Março de 2019

Reprodução/ Clave 300

Gilmar José Baseggio integrava a lista dos 10 foragidos mais procurados pela Polícia Federal

O brasileiro Gilmar José Baseggio, de 52 anos, considerado extremamente perigoso e que integra a lista dos 10 mais procurados pela Polícia Federal do Brasil, foi preso na cidade de Santa Cruz de La Sierra- Bolívia, por volta das 20h30 de quarta-feira, 13 de março, em frente à Universidade Utepsa, localizada no Terceiro Anillo, daquele município. Ele foi apresentado pelas autoridades bolivianas, nesta quinta-feira (14).

Durante entrevista coletiva concedida pelas autoridades bolivianas, o qual o Diário Corumbaense teve acesso, o ministro de Governo boliviano, Carlos Romero, disse que Gilmar José Baseggio foi preso graças a esforços de investigação em conjunto das polícias boliviana e brasileira, por meio do Centro Regional de Inteligência Antinarcótico.

Reprodução/ Clave 300

Gilmar foi preso em Santa Cruz de La Sierra

“Trabalho em conjunto o qual tivemos o resultado da prisão deste brasileiro, um dos mais procurados pela Polícia Federal. Ele por inúmeras vezes trocou de aparência e mantinha relações com inúmeras mulheres no Brasil e Bolívia, onde também é pai. Aqui em Santa Cruz, ele trabalhava no setor da agricultura”, explicou Romero.

Ainda conforme Romero, Gilmar Baseggio foi preso no Brasil em 2002, após ser acusado de matar um policial federal e ferir outras duas pessoas. Ele ficou detido na prisão de Rondônia até 2012, quando fugiu e desde então era procurado. 

De acordo com a Polícia Federal, Gilmar é procurado por suspeita de furto qualificado, lesão corporal, associação para o tráfico de substâncias entorpecentes, ocultação de cadáver, homicídio e tentativa de homicídio de agentes da corporação em Pimenteiras do Oeste (RO). 

Gilmar José Baseggio será expulso da Bolívia e entregue às autoridades brasileiras na região de fronteira. O local exato não foi revelado, porém será de imediato, garantiu o ministro do governo boliviano. (Colaborou o jornalista Ariel Melgar, do Clave 300). 

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