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Acadêmicos do Pantanal abriu desfile superando problemas

Marcelo Fernandes em 14 de Fevereiro de 2010

Fotos: Anderson Moraes

Apesar de problemas com carros e alas, Pantanal fez um bom desfile

Tons amarelos predominaram no desfile da Acadêmicos do Pantanal

Mesmo enfrentando alguns problemas causados pela chuva da tarde deste domingo, 14 de fevereiro, a Acadêmicos do Pantanal abriu com alegria o desfile das escolas de samba do Grupo de Acesso. A agremiação comandada pela carnavalesca Jackelyny Pazzolyny perdeu as alas Supremacia de Oxum; Amor e Perfume de uma Flor e teve o carro abre-alas As Águas de Oxum quebrado na rua Frei Mariano, ainda no começo da apresentação.

Os problemas iniciais serviram de estímulo aos quase 700 componentes que defenderam o enredo “Oxum a Senhora do Meu Destino”. Na passagem pela passarela do samba, a escola cumpriu com correção o enredo que se propôs apresentar.

Agremiação verde, branco, azul e amarelo trouxe na Comissão de Frente Oxum no Reino de Xangô. A dança dos bailarinos simbolizou o amor por Xangô. Fantasias predominaram na cor dourada. O carnavalesco da Major Gama, Clemilson Medina, que iria no abre-alas desfilou no chão. Ao longo da apresentação foi possível perceber a reverência a Oxum em todas as alas como a que trouxe oferendas concedidas à divindade.

Casal de mestre-sala e porta-bandeira, Marcelo e Joycymari, veio representando a supremacia da vaidade. Bateria com 80 ritmistas passou nas cores azul e amarelo, numa referência e reverência a Logun, filho de Oxum. 

Desfile foi encerrado após 56 minutos e 42 segundos com a passagem do terceiro carro alegórico: a Fertilidade. Trouxe o símbolo da Oxum no Brasil, que é a eterna Mãe Menininha do Gantuá. Ala das Baianas fechou a apresentação.


 

Galeria: Acadêmicos do Pantanal

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