Rosana Nunes em 08 de Junho de 2026
Divulgação/Moinho Cultural

Foram quatro dias de apresentações na Capital do estado
Durante os quatro dias de programação, o Moinho Cultural participou do evento com 39 alunos e uma equipe formada por sete profissionais, entre professores e integrantes do suporte técnico.
Entre os principais resultados, a coreografia “Rasgo”, assinada por Kelven Alex, conquistou o primeiro lugar na categoria Conjunto Contemporâneo Adulto. No solo contemporâneo feminino, Izabelle Paiva venceu com a apresentação de “Rito”.
Já Marcos Souza garantiu duas conquistas: primeiro lugar no solo neoclássico com “Espectro”, coreografia de Agustín Salcedo, e no solo estilo livre masculino com “Ecos do Invisível”, de Kelven Alex.
Divulgação/Moinho Cultural

Moinho Cultural participou do evento com 39 alunos
Outro destaque foi o desempenho do grupo na categoria Dança Contemporânea Juvenil, em que o Moinho Cultural ocupou os três lugares do pódio. A coreografia “Trakinagem”, de Izabelle Paiva, ficou em primeiro lugar; “Verão”, também de Izabelle, em segundo; e “Eco”, de Agustín Salcedo, em terceiro.
Além das premiações, o instituto recebeu importantes reconhecimentos individuais. Izabelle Paiva foi indicada ao prêmio de Melhor Bailarina do Festival, enquanto Marcos Souza concorreu ao título de Melhor Bailarino. A coreografia “Trakinagem” também recebeu o reconhecimento de Coreografia Destaque da edição.
O trabalho da equipe artística foi igualmente valorizado. Agustín Salcedo foi eleito Melhor Coreógrafo do Festival, e Marcos Souza conquistou uma bolsa integral de estudos para a sede do Grupo Raça, em São Paulo (SP), onde seguirá sua formação artística até abril de 2027.
Para o coreógrafo Kelven Alex, os resultados refletem o trabalho coletivo desenvolvido ao longo do ano. Segundo ele, a conquista é fruto da dedicação dos participantes, do apoio das famílias e do empenho de toda a equipe envolvida no processo formativo.
"Conseguir trazer os participantes para viver essa experiência, que eu também vivi quando era mais novo, tem um significado especial. O primeiro lugar é resultado da dedicação deles, do apoio das famílias e do trabalho desenvolvido por toda a equipe. Mais do que uma competição, é uma experiência que eles levam para a vida", destacou
A coordenadora do Núcleo de Dança do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, Aline Espírito Santo, reforçou que a participação no festival vai além das premiações. "Estamos muito felizes com todas as experiências vividas nesses quatro dias de festival. Viemos com 39 participantes e uma equipe de sete adultos entre professores e profissionais de suporte. Cada apresentação, cada troca e cada aprendizado fortalecem ainda mais o processo formativo que desenvolvemos por meio da arte", afirmou.
A delegação do Moinho contou com o apoio de mineradora; da Andorinha como empresa de transporte, de doações de parceiros e de pessoas físicas, além da mobilização das próprias famílias dos participantes.
Com informações da assessoria de imprensa.
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