Leonardo Cabral em 27 de Maio de 2026
Divulgação

Vítima registrou caso de estelionato na Delegacia da Polícia Civil
Conforme o boletim de ocorrência nº 2263/2026, ao qual o Diário Corumbaense teve acesso, a vítima relatou ter recebido uma ligação telefônica de um homem que se apresentou como gerente da agência bancária onde possui conta. O número utilizado pelo criminoso tinha prefixo (67), o que fez a vítima acreditar que a ligação era verdadeira.
Durante a conversa, o falso gerente informou que a conta bancária estaria sendo alvo de ação criminosa, com tentativas de empréstimos, transferências de altos valores e movimentações para fundos de investimento, supostamente realizadas a partir de um aparelho celular Iphone 8.
O golpista orientou a vítima a seguir uma série de procedimentos para bloquear as supostas fraudes e reaver os valores. Confiando nas informações recebidas, o homem acessou o aplicativo do banco e passou a encaminhar códigos de autenticação solicitados durante a ligação.
Enquanto seguia as instruções, a vítima realizou uma transferência via TED no valor de R$ 19,8 mil para uma pessoa jurídica; em seguida, efetuou outra TED de R$ 18,3 mil para uma pessoa física. Ainda durante a ligação, foi iniciada uma terceira transferência, no valor de R$ 5.823,77, destinada a uma mulher.
No entanto, nesse momento, o correntista recebeu uma chamada via WhatsApp do verdadeiro gerente da agência, utilizando o mesmo prefixo telefônico. O funcionário alertou sobre movimentações suspeitas na conta e orientou que a ligação anterior fosse encerrada imediatamente, pois se tratava de um golpe.
Graças à essa intervenção, a terceira transferência conseguiu ser estornada. Porém, as duas primeiras operações já haviam sido concluídas, totalizando prejuízo de R$ 38,1 mil.
No registro policial, a vítima também afirmou que as transferências de altos valores ocorreram sem qualquer alerta preventivo ou mecanismo de segurança por parte da instituição financeira. O homem ainda levantou suspeitas sobre possível participação de colaboradores do banco, devido às informações utilizadas pelo criminoso.
O caso foi registrado na Polícia Civil como estelionato e será investigado.
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Isaías de Jesus Campos : Ainda têm pessoas inocentes dando dinheiro para bandidos. Vamos acordar !!!
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