Rosana Nunes em 19 de Fevereiro de 2026
Álvaro Rezende/Arquivo Secom MS

Gestores passam a ser responsáveis diretos pelo controle das despesas em suas áreas
Entre as medidas, o decreto limita o total de empenhos ao mesmo patamar executado em 2025, exceto as despesas com pessoal, que seguem as regras da Lei de Responsabilidade Fiscal. Também mantém a redução de 25% nos contratos de custeio, orienta evitar a compra de bens permanentes, como veículos e equipamentos, e recomenda a diminuição de gastos com diárias, passagens, eventos e horas extras.
Segundo o governo, as diretrizes priorizam investimentos e a manutenção de serviços essenciais. O decreto prevê ainda revisões periódicas do orçamento ao longo do ano e a possibilidade de contingenciamento, se necessário. Os gestores são responsáveis diretos pelo controle das despesas em suas áreas.
A medida ocorre em meio à queda na arrecadação do ICMS em alguns setores, especialmente devido à redução das receitas com o gás natural importado da Bolívia, que impacta o setor energético estadual.
Apesar do cenário, o Estado informou que manterá a alíquota modal de 17% do ICMS. A expectativa é preservar investimentos públicos em áreas como infraestrutura, desenvolvimento econômico e setores sociais, mesmo com o ajuste fiscal.
Com informações da Agência de Notícias da Secom MS.
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