Rosana Nunes e Leonardo Cabral em 18 de Fevereiro de 2026
Anderson Gallo/Diário Corumbaense Comunidade da Zona Sul comemorando o título da Mocidade na passarela do samba
Oito quesitos foram julgados: Harmonia e Evolução; Enredo; Mestre-sala e Porta-bandeira; Alegorias; Comissão de Frente; Bateria; Fantasia e Samba-Enredo, num total de 16 notas (dois jurados por quesito).
A campeã obteve 159,5 pontos, seguida da Império do Morro com 159; A Pesada, 158; Estação Primeira do Pantanal, 157,2 e Caprichosos de Corumbá, com 156,5 pontos.
Em 6º lugar, Vila Mamona, com 156,3 pontos, seguida de Unidos da Major Gama, 156,3 pontos; Acadêmicos do Pantanal, 154,4 pontos; Marquês de Sapucaí, 154,4 pontos e Imperatriz Corumbaense, com 151,9 pontos.Ainda na avenida General Rondon, a comunidade da Mocidade comemorou cantando o samba que levantou o público na madrugada do desfile.
"Escolhemos falar sobre Tereza de Benguela, um samba forte, que conta a história dessa rainha do quilombo Quariterê, aborda o racismo, a resistência preta, a libertação. Conseguimos o nosso objetivo, é uma comunidade que suja o pé no barracão, que canta com alma, que todo ensaio da Mocidade está lá. Agora é comemorar esse título", disse o presidente Joilço Rondon de Oliveira ao Diário Corumbaense.
O carnavalesco Val Araújo assinou a concepção artística da apresentação da Mocidade da Nova Corumbá.
Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Presidente Joilço (à direita) e a diretora geral, dona Morocha, recebendo o troféu de campeã 2026
Última agremiação a desfilar pela passarela do samba corumbaense, na madrugada de terça-feira, 17 de fevereiro, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Independente da Nova Corumbá anunciou a sua entrada na passarela do samba com uma queima de fogos.
Com o enredo “Mocidade grita forte Salve Tereza, Rainha de Quilombo, a voz da liberdade”, a escola da zona sul da cidade fez um grande desfile. Se apresentou com 850 componentes em dezessete alas, quatro alegorias, além de quatro tripés.
Na comissão de frente, os “ancestrais em vigília” numa coreografia vigorosa em contraste com a serenidade de Oxalá, orixá que interagiu com o elemento cenográfico que representou a árvore sagrada da ancestralidade.
“Nas asas da liberdade” veio o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Victor Hugo e Iza Paiva, em um traje branco com adornos em prata. Além deles, a escola ainda trouxe o segundo casal e o casal mirim.
As baianas representaram a ancestralidade africana e rodopiaram numa fantasia em tons terrosos.
Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Rainha Carol Castelo e a bateria Explosão da Zona Sul, do mestre Marcigley, deram um show na avenida
A rainha da bateria, Carol Castelo, numa fantasia vermelha simbolizou a “Majestosa liberdade”, interagiu com os ritmistas que abriram espaço na formação para ela entrar e sambar ao som dos instrumentos.
O samba interpretado por Braguinha na voz principal, com certeza, foi cantado em coro não apenas pelos integrantes, mas também pelo público com o refrão: “Epa Babá, Epa Babá/Na ponta da lança, minha salvação/O Quilombo Mocidade, asas da Liberdade/Onde o Racismo não tem perdão”.
Relembre o desfile da Mocidade da Nova Corumbá.
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Raquel Juliano : Parabéns carnavalescos da Nova Corumbá! Grande abraço Morocha!!!
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