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Tereza de Benguela renasceu em cores e samba no desfile da Mocidade da Nova Corumbá

Lívia Gaertner em 17 de Fevereiro de 2026

Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Nova Corumbá exaltou a coragem de Tereza de Benguela

Última agremiação a desfilar pela passarela do samba corumbaense, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Independente da Nova Corumbá anunciou a sua entrada na passarela do samba com uma queima de fogos, na madrugada desta terça-feira, 17 de fevereiro.

Com o enredo “Mocidade grita forte Salve Tereza, Rainha de Quilombo, a voz da liberdade”, a escola da zona sul da cidade fez um grande desfile e está na disputa pelo título do Carnaval 2026. Se apresentou com 850 componentes em dezessete alas, quatro alegorias, além de quatro tripés. 

Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Na comissão de frente, os “ancestrais em vigília”

Na comissão de frente, os “ancestrais em vigília” numa coreografia vigorosa em contraste com a serenidade de Oxalá, orixá que interagiu com o elemento cenográfico que representou a árvore sagrada da ancestralidade.

“Nas asas da liberdade” veio o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Victor Hugo e Iza Paiva, em um traje branco com adornos em prata. Além deles, a escola ainda trouxe o segundo casal e o casal mirim.

Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Mestre-sala e porta-bandeira, Victor Hugo e Iza Paiva

As baianas representaram a ancestralidade africana e rodopiaram numa fantasia em tons terrosos. No carro Quilombo Quariterê, o destaque para Narah Martinez, primeira-dama da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesco)

Na bateria, o mestre Marcigley preparou um show de ritmos e de explosão de luzes com fogos de artifício que levantaram o público, sem contar as paradinhas.

Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Rainha Carol Castelo em total sintonia com a bateria Explosão da Zona Sul, do mestre Marcigley

A rainha da bateria, Carol Castelo, numa fantasia vermelha simbolizou a “Majestosa liberdade”, interagiu com os ritmistas que abriram espaço na formação para ela entrar e sambar ao som dos instrumentos.

O samba interpretado por Braguinha na voz principal, com certeza, foi cantado em coro não apenas pelos  integrantes, mas também pelo público com o refrão: “Epa Babá, Epa Babá/Na ponta da lança, minha salvação/O Quilombo Mocidade, asas da Liberdade/Onde o Racismo não tem perdão”.

Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Agremiação da zona sul da cidade desfilou com cerca de 850 componentes

Apuração

A apuração das notas do corpo de jurados para os desfiles das dez agremiações, será realizada no dia 18 de fevereiro, quarta-feira de cinzas, às 16h. Em 2025, a disputa pelo título foi cancelada depois que a chuva e os ventos causaram prejuízos a pelo menos metade das agremiações.

Veja abaixo como foi a apresentação da Nova Corumbá.

Transmissão do desfile por Chicão de Barros, com comentários de Victor Raphael e Cecília Santana.

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Galeria: Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Independente da Nova Corumbá

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