Lívia Gaertner em 16 de Fevereiro de 2026
Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Estação Primeira levou para a avenida o enredo “Entrelaços: Heranças Ancestrais”
O carnavalesco Marcus dividiu a escola em quatro setores: a travessia; culinária e religião; música e dança e a herança deixada, desenhando um enredo em forma de homenagem às raízes africanas fincadas no Brasil. Oitocentos componentes foram divididos em 17 alas.
Anderson Gallo/Diário Corumbaense Comissão de frente representou as águas dos mares
A conexão com os antepassados, seus ensinamentos e legados foi o elemento escolhido para o casal de mestre-sala e porta-bandeira, Flávio e Diana. As fantasias, em tons marrom e preto, tinham acabamento dourado adornado com búzios e pedrarias.
Anderson Gallo/Diário Corumbaense Mestre-sala e porta-bandeira, Flávio e Diana
Larissa Snarghs estreou como rainha da bateria à frente de sessenta ritmistas comandados pelo mestre Gabriel. Eles lembraram que a chaga da escravidão não poupou nenhuma classe social e chegou até nobres e membros da realeza africana. Isso foi percebido em fantasias em estamparia afro com adornos dourados.
Anderson Gallo/Diário Corumbaense Larissa Snarghs estreou como rainha da bateria da Estação Primeira
Os sabores e a religiosidade de África dominaram as alas e alegorias do segundo setor da Estação Primeira. As ervas que desempenham funções de cura e proteção, o sincretismo religioso.
No segundo carro alegórico, como destaques os babalorixás pai Robson de Ogum e pai Alex de Xangô, sacerdotes que atuam na cidade de Corumbá.
Anderson Gallo/Diário Corumbaense Oitocentos componentes foram divididos em 17 alas
A luta contra o preconceito e a resistência do povo negro no Brasil não foram esquecidos, assim como a contribuição com o vocabulário.
Veja abaixo como foi a apresentação.
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