Leonardo Cabral em 16 de Fevereiro de 2026
Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Onça-pintada, símbolo da Caprichosos de Corumbá
Com cerca de 700 componentes, a agremiação apostou no enredo “No coração de cada lenda, reside uma verdade oculta esperando ser descoberta”, inspirado na lenda amazônica do casal indígena Uiná e Acami, que explica a origem da planta tamba-tajá, conhecida popularmente como comigo-ninguém-pode. O símbolo da escola, a onça-pintada, foi destaque no carro abre-alas, anunciando a entrada da Caprichosos.
Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Comissão de frente exaltou o papel das mulheres como guardiãs da vida e da história
O abre-alas, intitulado “Portal da Floresta”, trouxe o nome e o símbolo da escola em meio a elementos da vegetação amazônica, como folhas de tamba-tajá, cipós e plantas típicas. O carro apresentou três destaques: Guilherme, como o índio Uinã; Sônia, representando Acami; e Jenifer, como o espírito da floresta, personagens centrais da narrativa.
Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Wellington Juruna e Franciele Ramalho: 1º casal de mestre-sala e porta-bandeira
O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Wellington Juruna e Franciele Ramalho, representou Uinã e Acami, considerados o coração da lenda. A apresentação foi marcada por evoluções sincronizadas e recebeu aplausos do público.
A narrativa também abordou o momento trágico da história, com a morte de Acami. Devastado, Uinã se enterra ao lado da amada e, anos depois, no local nasce a planta tamba-tajá, simbolizando a continuidade do amor e sua transformação em elemento da natureza.
Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Agremiação desfilou com cerca de 700 componentes
As baianas desfilaram como Guardiãs da Memória da Terra, representando espíritos ancestrais femininos responsáveis por preservar a história e os saberes da floresta. Cada fantasia simbolizava uma flor da tamba-tajá.
O último carro alegórico trouxe a floresta em sua plenitude, representando o ciclo da vida e a permanência da natureza.
Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Rainha Elenina e o mestre Magrinho à frente da bateria
A Caprichosos encerrou sua apresentação com uma mensagem de valorização da ancestralidade, da cultura indígena e da força simbólica da floresta amazônica.
Veja abaixo como foi a apresentação.
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