Fonte: Agência de Notícias do Governo de MS em 12 de Dezembro de 2025
Gerência de Imunização SES

É uma nova estratégia para ampliar o acesso da população às vacinas e fortalecer ações de imunização em territórios de difícil alcance
Cada vacimóvel possui câmara refrigerada, materiais para preparo das doses, cadeira de atendimento, televisão para acolhimento e tenda externa, garantindo uma estrutura completa e segura para ações itinerantes. As unidades atuarão de forma complementar às salas de vacina da atenção primária, ampliando o alcance das campanhas de imunização em Mato Grosso do Sul.
As novas unidades atenderão regiões sem sala de vacina, assentamentos, comunidades indígenas, áreas de difícil acesso e espaços públicos movimentados. Segundo o gerente de Imunização da SES, Frederico Moraes, o objetivo é “ampliar o acesso e facilitar a vida da população, levando a vacina até onde as pessoas estão”.
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Entre novembro e dezembro, a SES realizou um projeto piloto, levando os vacimóveis a Corumbá, Inocência, Japorã, Porto Murtinho, Miranda e Paranaíba. As visitas permitiram testar a estrutura em diferentes realidades territoriais e avaliar o desempenho dos veículos em campo. Os resultados servirão de base para o planejamento das ações de 2026, quando as unidades móveis serão utilizadas nas principais campanhas estaduais e nacionais, como influenza, vacinação em fronteiras, multivacinação e Covid-19.
O coordenador estadual de Imunização, Alberth Rangel, destacou que os vacimóveis representam “um avanço estratégico para manter e ampliar a cobertura vacinal, reduzindo barreiras e garantindo mais agilidade e proximidade com as comunidades”.
Estratégia territorial
A secretária-adjunta de Saúde, Crhistinne Maymone, afirmou que a iniciativa consolida uma política pública moderna e orientada para resultados. “Os vacimóveis elevam o patamar da imunização no Estado, permitindo chegar mais longe, com qualidade e equidade, para que nenhum cidadão fique sem acesso à vacina por causa da distância ou da falta de estrutura local”, disse.
O planejamento das ações seguirá a metodologia de microplanejamento, que identifica áreas com baixa cobertura, fragilidades e potencialidades de cada território. O cronograma será pactuado com os municípios, considerando porte populacional e necessidades específicas.
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