Da Redação em 14 de Agosto de 2025
Apesar da proibição desses dispositivos no Brasil, levantamentos indicam que 17% dos adolescentes já experimentaram algum deles, o que acende um alerta para especialistas e autoridades de saúde. O encontro foi conduzido pelo psicólogo Gleidson Fontes da Rosa, responsável pelo Programa de Tratamento do Fumante, e contou com a participação de um delegado da Polícia Civil, que abordou os aspectos legais relacionados ao uso e à comercialização desses produtos.
Segundo Gleidson, a proposta é dialogar de forma clara com os jovens para desfazer a ideia de que certos dispositivos são menos prejudiciais. “Todos apresentam riscos relevantes, capazes de causar dependência e doenças graves”, afirmou.
A direção da escola acompanhou a ação e reforçou a importância de levar informações preventivas ao ambiente escolar. A Secretaria Municipal de Saúde destacou que o combate ao tabagismo é uma tarefa contínua e que o apoio de escolas e famílias é essencial para proteger a saúde das próximas gerações.
As informações são da Assessoria de Comunicação da PMC.
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