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Boletim traz um óbito por covid e MS registra 7 mortes em novembro

Portal de Notícias do Governo de MS em 10 de Novembro de 2021

Mesmo com os dados indicando estabilidade da covid-19, Mato Grosso do Sul continua registrando novos casos e mortes por complicações da doença.   

Só em novembro, o Estado já contabiliza 7 mortes por coronavírus. Incluindo a de uma criança de 1 ano de idade com comorbidades e residente em Campo Grande, registrada no boletim epidemiológico desta quarta-feira (10).   

Desde o início da pandemia 9.659 sul-mato-grossenses perderam a vida para a doença.  A média móvel com base na data de publicação, está em 1,9.   

Novembro também conta com 647 casos confirmados da doença, incluindo os 79 registrados no boletim epidemiológico desta quarta-feira. A média móvel dos últimos 7 dias está em 79. A taxa de contágio se manteve em 0,84. Dos casos ativos 900 estão em isolamento domiciliar e 56 hospitalizados em leitos clínicos (34) ou leitos de UTI (22).     

A taxa de ocupação global de leitos SUS / UTI por macrorregião de internação está em 73% no município de Dourados, 54% em Campo Grande, 53% em Corumbá e 49% em Três Lagoas.     

Reprodução

Resende chamou, mais uma vez, a atenção para a necessidade do avanço da vacinação

Dados do Vacinômetro mostram que 78,25% da população total do Estado já recebeu a primeira dose da vacina, e 66,18% já estão imunizados com as duas doses ou dose única.   

Durante transmissão ao vivo hoje, o secretário de Saúde, Geraldo Resende falou sobre a dificuldade que o Estado vem enfrentando de avançar nos índices de vacinação. "Nós gostaríamos de avançar no processo de imunização, temos vacinas em quantidade nos municípios. Numa conta rápida temos quase 340 mil doses distribuídas nos municípios. E temos na rede de frios do Estado outro estoque expressivo e estamos monitorando prazo de validade e até quando vamos poder utilizar essas vacinas".   

Resende também falou sobre a preocupação do Estado com o surto de covid nas aldeias indígenas de Mato Grosso do Sul. "Nossa ação junto a entidades responsáveis é que a gente possa cessar os surtos em Dourados, Caarapó, Paranhos, Japorã e Tacuru e ao mesmo tempo a gente possa impedir o avanço desses surtos para outros municípios de MS onde há presença forte da população indígena", destacou.

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