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Planejamento deu condição fiscal para MS crescer na pandemia, diz Eduardo Riedel

Portal de Notícias do Governo de MS em 26 de Abril de 2021

Divulgação

Secretário de Infraestrutura destaca crescimento de 2,9% em 2020 e alcance das medidas econômicas e ações sociais do Governo

O secretário de Infraestrutura do Estado, Eduardo Riedel, disse nesta segunda-feira, na primeira edição do programa MS no Rádio da Educativa FM 104.7, que a situação de Mato Grosso do Sul diante da crise provocada pela pandemia, considerada estável em relação a outros estados, se deve ao planejamento e medidas de ajuste adotados pelo Governo.

“O planejamento deu condição fiscal adequada para Mato Grosso do Sul enfrentar esse processo de estagnação”, afirmou, citando que a implantação do programa Mais Social é um exemplo do cumprimento do “dever de casa” lá atrás. Graças ao planejamento, segundo o secretário, o Estado registrou em 2020 crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) maior que a China: 2,9%, contra 2,3% do país asiático.

Eduardo Ridel afirmou que outro exemplo demonstrando a capacidade do Estado de sair do processo de estagnação é a geração de empregos, que fechou o primeiro trimestre deste ano em 10 mil novos postos de trabalho. “A melhor medida social é o emprego, mas nesse momento é preciso estender a mão ao grande contingente de pessoas fragilizadas, dar o mínimo de dignidade e graças à condição fiscal Mato Grosso do Sul está preparado para abarcar até 100 mil famílias com o Mais Social”.

Riedel disse que encara com “tranquilidade” os desafios na Secretaria de Infraestrutura, pasta que assumiu recentemente, em razão do planejamento feito pelo Governo desde a posse do governador Reinaldo Azambuja, mencionando ações estratégicas como a melhoria do sistema viário, as obras nos municípios, concessão de rodovias, começando pela MS 306, a implementação do programa de parceria público-privada, inaugurado com a incorporação da Sanesul nesse processo, a busca de matriz energética limpa, o posicionamento de MS na política “carbono zero”, que considera uma “grande pegada” e que coloca MS como líder, em outro patamar da política sócioambiental.

“Vivemos uma nova realidade, há uma crise global, mas como o velho ditado, é preciso colocar o dedo no pulso, medir tudo e aqui no Estado está tudo encadeado”, afirmou o secretário, citando a capacidade que MS conquistou para chegar na pandemia com todas as condições de enfrentamento, como o aumento em 500% dos leitos de UTI.

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