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Gaeco faz operação dentro de presídios contra integrantes de facção criminosa

Da Redação com Campo Grande News em 07 de Fevereiro de 2019

Bruna Pasche/CG News

Movimentação da Polícia Militar em frente ao Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande

O Gaego (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado), em conjunto com a Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Estado, Polícia Militar, Batalhões do Choque e do Bope, Agência Penitenciária Estadual e Depen, deflagrou nesta quinta-feira (07) em Campo Grande e no interior, mais uma ação contra integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital). No total, são cumpridos 60 mandados, sendo 48 de prisão e 12 de busca e apreensão.

A operação denominada Yun Yang, está com equipes na Capital, Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Umuarama/Paraná e Mossoró/Rio Grande do Norte. Participam promotores de Justiça e policiais do Gaeco, 125 agentes penitenciários, 80 policiais militares e quatro integrantes do grupamento aéreo. 

O nome da operação yin-yang, símbolo chinês pintado de branco e preto, foi adotado como o escudo do PCC - uma maneira de equilibrar o bem e o mal com sabedoria, segundo os fundadores da facção. 

Segundo o diretor-presidente da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), Aud de Oliveira Chaves, a força-tarefa tem alvos específicos dentro das unidades penais. "Houve planejamento junto com a agência para o cumprimento dos mandados", explica. Um homem foi preso e levado para a penitenciária. Porém, ainda não se sabe se o rapaz foi detido e qual o motivo da operação.  

O PCC veio dos presídios de São Paulo, se espalhou pelo País, e por Mato Grosso do Sul, com a troca de presos entre as unidades prisionais e também com a atuação das quadrilhas nas regiões fronteiriças, em buscas de drogas, armamento e ainda por meio da lavagem de dinheiro.

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