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Corumbá, MS
22 de Maio de 2018
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Chefe de quadrilha que tinha vereador de MS como integrante é preso no Paraguai

Campo Grande News em 30 de Janeiro de 2018

O narcotraficante brasileiro Adriano Augustin Calonga Lechuga, apontado como chefe de uma quadrilha desmantelada pela Polícia Federal em 2017, foi preso nesta terça-feira (30) em Assunção, capital do Paraguai.

De acordo com policiais paraguaios, Adriano foi localizado por agentes da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) em um edifício de alto padrão no bairro Mercedes de Asunción, onde morava desde abril do ano passado, quando conseguiu fugir da PF brasileira e se refugiar em território paraguaio.

ABC Color

Alexandre Calonga era procurado desde abril do ano passado após Operação Malote da PF desmantelar quadrilha

No dia 28 de abril do ano passado, a PF desencadeou a Operação Malote em Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro, para prender a quadrilha chefiada por Alexandre Lechuga. Ele conseguiu fugir, mas 12 pessoas foram presas, sendo oito delas em Mato Grosso do Sul, uma das quais o vereador de Coronel Sapucaia, João Batista de Andrade (PRP), o João do Banquinho.

Além de João do Banquinho, a PF prendeu outras sete pessoas em Mato Grosso do Sul, entre elas um policial militar de Naviraí. A identidade dele e dos demais acusados em MS não foi revelada, nem as cidades onde os outros seis acusados foram presos. Ainda em MS foram apreendidos cinco veículos seminovos de alto padrão e confiscadas casas de luxo e uma fazenda, com mil cabeças de gado.

A operação prendeu quatro envolvidos em São Paulo, onde foram apreendidos 11 veículos de alto padrão e uma coleção de 143 relógios de luxo. A PF também conseguiu o confisco judicial de uma mansão avaliada em R$ 3 milhões e outros imóveis não detalhados.

No Paraná, a operação prendeu três pessoas, outra coleção de 50 relógios de luxo, um barco de alto padrão, dois jet-skis e 11 veículos seminovos de alto padrão. Entre os presos no PR estava Michele Fontes, mulher de Adriano Calonga Lechuga. O irmão dele, Fábio Calonga Lechuga, que seria sócio no comando da quadrilha, continua foragido.

Segundo a PF, os integrantes da quadrilha levavam uma vida de ostentação, com patrimônio superior a R$ 40 milhões. Para justificar os bens, Adriano falava que era garimpeiro. Conforme policiais paraguaios, escondido em Assunção, Adriano Calonga continuou comandando o esquema de tráfico de drogas e de armas. Com a prisão, ele deve ser extraditado e entregue às autoridades brasileiras nos próximos dias.

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