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Corumbá, MS
16 de Julho de 2018
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Após protesto, tráfego de veículos na fronteira de Corumbá com a Bolívia é liberado

Rosana Nunes e Lívia Gaertner em 10 de Janeiro de 2018

Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Por causa da interrupção no tráfego ontem, ha fila para a passagem de veículos hoje na fronteira

O tráfego de veículos na fronteira de Corumbá com a Bolívia está normal nesta quarta-feira (10). Na terça-feira (09), protesto do setor de transporte boliviano interrompeu o fluxo de veículos e a passagem de pessoas só foi permitida a pé durante todo o dia.

O objetivo foi pressionar o Governo Nacional a revogar artigos incluídos na Lei 1005 - Código de Sistema Penal e que, segundo os manifestantes, afetam tanto o setor de transporte como o médico, classe essa que, em toda Bolívia, também vem se mobilizando contra a legislação.

O novo Código Penal Boliviano prevê em seu artigo 205 a penalização de médicos e funcionários do setor por práticas negligentes, sendo esse julgamento feito por um novo órgão regulamentador do governo. Já o artigo 137 aumenta as sanções por homicídio culposo durante condução de veículo, além de prever o ressarcimento de danos e outras providências. No entanto, as informações são de que o governo boliviano está tomando medidas para resolver o impasse.

Com a fronteira fechada ontem, dezenas de caminhões com cargas deixaram de cruzar a fronteira. Por isso, nesta manhã, há fila para a passagem de veículos pesados e de passeio. 

Protestos continuam

Em toda a Bolívia, bloqueios estão sendo realizados nas principais cidades do país e nas fronteiras. Segundo o jornal El Deber, forças policiais estão sendo empregadas para desfazer as paralisações. Ontem, na Ponte de Pailas, localidade distante 60 km da cidade de Santa Cruz de la Sierra, os manifestantes foram dispersados com uso de granadas de gás lacrimogênio. Também foram realizados bloqueios em Cochabamba, Potosí, La Paz e Sucre.

Entidades estudantis e civis organizadas prometem paralisar a cidade de Santa Cruz de la Sierra nesta sexta-feira, 12 de janeiro. Devem se somar ao movimento, o setor de transporte livre (táxis, mototáxis, trufis e microônibus) e a Associação de Blocos Carnavalescos. 

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