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Corumbá, MS
12 de Dezembro de 2017
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Dirigente do Carijó diz que definição de elenco seguiu linha da “austeridade e responsabilidade”

Ricardo Albertoni em 02 de Dezembro de 2017

Uma das preocupações da diretoria do Corumbaense na montagem do elenco foi não realizar "loucuras" e contratações arriscadas para a próxima temporada. O gerente de futebol do clube, Renê Rodrigues explicou ao Diário Corumbaense que para 2018, o clube procurou formatar um elenco enxuto, com peças de reposição para eventualidades, mais homogêneo que o de 2017, tudo dentro do planejamento, como nos anos anteriores.

Anderson Gallo/Diário Corumbaense

Gerente de futebol do Corumbaense, Renê Rodrigues

“Nós procuramos fazer tudo sem estourar o orçamento e essa é a linha do clube. Estamos vindo há três, quatro anos, sem problema de salário e esperamos que 2018 seja igual. Nosso orçamento é enxuto, ao contrário do que muita gente pensa não é um orçamento que aumentou muito, mas seguimos sempre nessa linha da austeridade e responsabilidade principalmente. Não acredito que a gente vá ter problema em relação a salários”, esclareceu.

O dirigente lembrou que algumas negociações com jogadores do time campeão estadual acabaram não se concretizando devido à dinâmica do mercado do futebol. “O Corumbaense tentou alguns jogadores, mas o futebol é muito dinâmico, alguns atletas que não estão aqui é porque receberam outras oportunidades e seguiram a carreira em outros clubes”, lembrou.

A chegada de jogadores medalhões, muitas vezes contratados por clubes para obtenção de retorno de marketing, foi descartada neste momento pelo diretor. Ele explicou que a ideia não compactuaria com a política empregada pelo clube.

“Isso foi uma escolha da diretoria e comissão técnica, na formatação do elenco. Às vezes um 'medalhão' é mais caro e o nosso orçamento não é extraordinário, não fizemos loucura, não tem nenhum jogador ganhando acima do que pagam no nosso meio. Às vezes, o jogador tem que ter um salário muito alto e acabamos enfraquecendo outras posições, até diminuindo o número de atletas. Foi uma escolha e também acreditamos que Corumbá tem peculiaridades, distância, calor, clima, muitas viagens. Jogadores veteranos teriam problemas e o custo benefício acabaria ficando muito alto”, concluiu Renê.

 

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