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12 de Dezembro de 2017
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Grêmio bate Lanús e retoma domínio da América após 22 anos

Gazeta Esportiva/Terra Esportes em 30 de Novembro de 2017

Getty Images

Atletas e comissão técnica do Grêmio comemoram com a taça da Libertadores

No dialeto gaúcho, o prefixo tri é utilizado para enfatizar ou aumentar algo, e, nesta quarta-feira, o Grêmio ficou tri em toda América. Trilegal, trivencedor, tricampeão da Libertadores.

O clube gaúcho voltou a conquistar o torneio continental depois de 22 anos de espera. O título veio após a vitória por 2 a 1 contra o Lanús, no estádio La Fortaleza, na Argentina. Os gols da partida foram marcados por Fernandinho e Luan, para o Grêmio, e por Sand, para o Lanús. No agregado de resultados, o placar foi 3 a 1 para os brasileiros.

O clube tricolor quebrou a zica de nunca ter derrotado um clube argentino na final da Libertadores. Além disso, diminuiu a vantagem hermana de nove vitórias contra cinco dos brasileiros em confrontos diretos nas decisões do torneio continental. A conquista ganhou ares ainda mais especiais e mitológicos com o time campeão sendo comandado pelo ídolo gremista Renato Portaluppi.

O técnico Jorge Almirón, do Lanús, teve a ausência do zagueiro Diego Braghieri, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Para a posição, o treinador grená escalou o zagueiro Marcelo Herrera. O Grêmio também teve um desfalque defensivo. O zagueiro argentino Walter Kannemann não pode atuar por estar suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Com isso, Bressan substituiu o companheiro de time.

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