Menu

Fale Conosco Expediente Buscar

Corumbá, MS
25 de Maio de 2018
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
 

Corumbaense já tem técnico, mas situação de estádio continua indefinida

Da Redação em 16 de Novembro de 2017

Douglas Ricardo foi confirmado como técnico do Corumbaense para a temporada de 2018 quando o time, pela primeira vez em sua história, vai lançar voos mais altos e disputar competições nacionais, em especial a Copa do Brasil. Nos próximos dias, a diretoria deve anunciar a formação da equipe e os atletas contratados para defender o alvinegro corumbaense já para o Campeonato Estadual, que inicia em janeiro.

Mas preocupa

A questão do Estádio Arthur Marinho ainda não foi resolvida e o Carijó não tem estádio para jogar. O convênio entre Prefeitura e LEC (dona da praça esportiva) termina em dezembro e depois disso não poderá, por força de lei, ser renovado. Desta forma, o poder público não terá como fazer as adequações exigidas pela CBF caso o estádio não sejado doado ao Município e, com isso, o time de Corumbá pode ter que procurar um estádio em outra cidade para sediar os jogos das competições nacionais. 

Intrigas de corumbaenses

Essas intrigas entre a própria gente corumbaense já prejudicaram muito a cidade que perdeu sempre. Reclama-se que levam tudo o que é daqui, mas na verdade, o próprio povo entrega tudo o que é de Corumbá, de mão beijada. Isso pode acontecer novamente agora, o time da cidade, o campeão poderá ter que jogar em um estádio, talvez da Capital e ser chamado pela imprensa nacional de o Corumbaense de Campo Grande. 

Culpa de quem?

Dos campo-grandenses é que não é. Eles nada estão fazendo para levar o time para lá, pelo contrário, torcem para que os seus próprios times vençam. “Mas, se tem um campeão aí pra disputar o nacional por nós, manda que a gente adota”, já devem estar dizendo, prontos para receber o Carijó da Avenida e batizá-lo de Carijó da Avenida Afonso Pena.

Falta de que?

Falta de discernimento, de querer realmente lutar pelo que é de Corumbá, pelo que pode engrandecer a terra. Falta de largar as picuinhas de lado, de impedir que a política faça ninhos de cobras e de agarrar com unhas e dentes o que pode ser benéfico, passando por cima de qualquer sentimentalismo ou orgulho.

Corumbá é assim

Sempre foi e, ao que parece, infelizmente, sempre será. Os grupos se formam sob a justificativa de que é para ajudar no melhoramento da cidade, mas sempre acabam é prejudicando. Aqui têm muitas brigas, discórdias e, ninguém nunca está disposto a ceder pelo bem de todos, pelo contrário, sempre tem gente disposta a fazer alguma coisa para atrapalhar. 

No futebol como na política

É por isso que a cidade não tem um deputado em Campo Grande, não tem um deputado em Brasília. Votos têm para isso, ou até para ter dois na Assembleia Legislativa e um na Câmara Federal. Mas começa pelos grupos políticos que sempre lançam candidatos para atrapalhar e não para se eleger. Isso é uma vergonha para a cidade que precisa progredir e não ficar estagnada nos conceitos retrógrados de pessoas inconsistentes e inconscientes.

(*) Detalhe é uma coluna de opinião do Diário Corumbaense que aborda os mais variados assuntos. 

Ações e Compartilhamento
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE