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Corumbá, MS
24 de Outubro de 2017
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Com reforma política aprovada, cidadão passa a pagar pelas campanhas

Da Redação em 05 de Outubro de 2017

É incrível, mas é verdade. Com a aprovação do projeto de lei que regulamenta o Fundo Especial de Financiamento de Campanha, o cidadão brasileiro será o responsável por pagar as campanhas eleitorais dos políticos, muitos deles, denunciados, acusados e presos por corrupção por terem usurpado o dinheiro do povo deste país.

É como

Se alguém quisesse abrir um negócio e o povo desse o dinheiro para o investimento. Só que, quem quer realmente investir em um empreendimento para gerar divisas ao país, não tem esse direito. Se muito, consegue um financiamento com juros exorbitantes que fica quase que impossível de se pagar. 

Dinheirama sem fim

Pela nova lei, que ainda precisa passar pelo Senado Federal até o dia 07 de outubro para valer já em 2018, a campanha para presidente da República terá um teto de R$ 70 milhões. As campanhas de governadores vão custar entre R$ 2,8 milhões, no caso de Estados com até 1 milhão de eleitores. Em Estados com mais de 20 milhões de eleitores, o teto é de R$ 21 milhões. Já os candidatos a deputado federal poderão gastar R$ 2,5 milhões e a estadual R$ 1 milhão. 

Detalhe

Todo esse dinheiro vai sair do bolso do povo...

Dinheiro para poucos

Uma PEC – Proposta de Emenda à Constituição, aprovada pelo Senado e que deve ser referendada pelo Congresso Nacional que é a junção das duas câmaras federais, pode extirpar pequenos partidos da política brasileira. A PEC prevê que, para ter acesso ao Fundo Partidário, a sigla terá que ter, em 2018, um mínimo de desempenho, elegendo no mínimo 9 deputados federais, ou terá que fazer pelo menos 1,5% dos votos válidos distribuídos em 1/3 das unidades federativas. E a coisa vai se afunilando ainda mais até as eleições de 2030.

Enquanto isso

A popularidade dos políticos cai vertiginosamente. Segundo o senador Cristovam Buarque (PPS), hoje, ser chamado de parlamentar ou de senador, é ter a imagem denegrida. “São termos pejorativos”, afirmou o parlamentar representante do Distrito Federal, durante uma entrevista.

No Zap-Zap

Pra encerrar a coluna de hoje, um texto que “viralizou” no aplicativo de celulares WattsApp, se referindo àquele túnel cavado por uma quadrilha que queria roubar R$ 1 bilhão do Banco do Brasil em São Paulo: “Os bandidos gastaram 4 milhões para fazer um túnel de 500 metros, tudo isso em 3 meses. Se fosse obra pública, o túnel seria orçado em 400 milhões e o prazo seria de 3 anos, que virariam 6 anos.Conclusão: tem que contratar os bandidos certos”.

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