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24 de Outubro de 2017
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Mais uma semana tumultuada na política

Da Redação em 29 de Setembro de 2017

O Brasil vive dias em que não se sabe o que virá pela frente. Quando parece que tudo se acalmou, lá vem mais uma semana tumultuada como foi esta que está findando. Falta de quórum na Câmara dos Deputados, “carta bomba” do Palocci, denúncia contra o presidente da República dando entrada no plenário da Câmara Federal, ação militar na Rocinha com anúncio antecipado e retirada das tropas antes de prender os bandidos. A grande pergunta é: será que vai dar para relaxar no final de semana?

Começou com falta de quórum

Que os parlamentares brasileiros fazem “greve” para evitar determinadas matérias ou boicotar determinados assuntos, não é novidade para ninguém. A novidade é que, agora, deputado preso é que comparece às sessões, os que estão soltos ficam em casa. Foram duas sessões sem deputados suficientes para acontecer e com isso a leitura da denúncia contra o presidente Temer foi adiada e só foi feita na quarta-feira.

E o Jacob

O deputado Celso Jacob, do PMDB do Rio de Janeiro, preso e condenado por falsificação de documentos públicos e dispensa de licitação, tem o direito de deixar o presido e “trabalhar” como parlamentar. Dessa forma, ele é um dos únicos que não perdem uma sessão. 

Chega a virar piada

No Brasil que vem apontando o parlamentarismo como solução para os seus problemas, o parlamentar que trabalha é um presidiário.  

Sem desconto

Pior de tudo é que a falta na sessão não gera corte no ponto dos deputados. Aliás, será que algum deputado tem o ponto cortado e algum dinheiro é descontado verdadeiramente do seu salário?

O trabalhador

Que falta ao serviço tem o dia descontado no seu pagamento. Se persistir nas faltas, logo logo é mandado embora. Isso também deveria valer para os parlamentares. Dizem que tem uns com direito a receber o abandono de emprego, de tanto que faltam.

De novo as queimadas

A garoinha da quinta-feira não foi suficiente para apagar as queimadas. Esperando a chuva chegar, o pantaneiro é obrigado a se submeter aos malefícios da fumaça. Dizer que elas são espontâneas, que o fogo começa sozinho ou que os culpados são os fumantes que jogam ponta de cigarro no mato, é pura balela. A maior parte do fogo que arde no Pantanal é provocada mesmo, e o que falta é fiscalização e legislação eficazes. 

Um fazendeiro

Foi multado em R$ 1,5 milhão porque desmatou mata nativa sem autorização dos órgãos ambientais. Para pagar isso terá que vender mil bezerros, isso se ele tiver toda essa quantidade. Ou seja, a legislação obriga a não ser cumprida. Se as multas fossem menores, ao invés de R$ 1,5 milhão, uns dez, quinze mil, seriam pagáveis ou dariam a chance de a justiça penhorar bens (existentes), aí sim a coisa funcionaria.

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