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23 de Outubro de 2017
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Com chance de quebra de recorde, Cruzeiro volta à Libertadores após três anos

Globoesporte.com em 28 de Setembro de 2017

Agência 17

Cruzeiro terá o Mineirão como casa na próxima Taça Libertadores

"Eu voltei, agora pra ficar. Porque aqui, aqui é meu lugar”. A música “O Portão”, famosa na voz de Roberto Carlos, pôde bem ser o cântico dos cruzeirenses ao fim da noite de quarta-feira. O Cruzeiro conquistou a Copa do Brasil, ao derrotar o Flamengo, nos pênaltis após empate sem gols no tempo normal e tornou-se o maior campeão da competição, ao lado do Grêmio, com cinco títulos e, de quebra, voltou à Libertadores, torneio onde recebeu o apelido de “La Bestia Negra”.

Foram três anos sem participar da Libertadores. A última vez foi em 2015, quando acabou sendo batido pelo River Plate, nas quartas de final. O Cruzeiro, que é bicampeão da competição (1976 e 1997), já disputou 15 edições do torneio continental (1967, 1975, 1976, 1977, 1994, 1997, 1998, 2001, 2004, 2008, 2009, 2010, 2011, 2014 e 2015).

O Cruzeiro é o único clube brasileiro que nunca foi eliminado na fase de grupos da Libertadores. Além disso, pode chegar, em 2018, ao recorde de vitórias de um time do Brasil no torneio. O líder desse quesito é o São Paulo, com 90 triunfos, quatro a mais que a Raposa (86). Porém, como o Tricolor não vai participar da competição na próxima temporada, o time de Mano Menezes tem chances de ultrapassá-lo.

É válido ressaltar que, do atual grupo do Cruzeiro, apenas o volante Hudson tem permanência indefinida. Isso porque ele está emprestado pelo São Paulo até dezembro. Para ficar, o jogador precisa ter parte dos direitos econômicos (valor já fixado), adquirido pela diretoria mineira. No entanto, como o clube está em época de eleição, essa situação só será conversada ao fim da temporada.

O gol do título

Autor do gol de pênalti que garantiu a conquista da Copa do Brasil para o Cruzeiro diante do Flamengo, Thiago Neves afirmou que pediu para cobrar a última cobrança. E negou a bola tivesse tocado no seu pé direito, como reclamaram os jogadores do Flamengo, pedindo dois toques.

"Agradeço por momentos assim. É uma responsalidade enorme. Pela contratação que o Cruzeiro fez, por todo esforço. por ter acreditado em mim. Foi assim na semifinal (contra o Grêmio). Pedi para cobrar o último de novo. Agradeço muito a Deus por ter deixado uma decisão dessa nos meus pés (...). Não (foi dois toques). Acho que pegou na grama. Não chegou a pegar no pé. Escorreguei. E o juiz também não podia voltar um pênalti desses".

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