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Corumbá, MS
16 de Agosto de 2018
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Campanha de Multivacinação é para atualizar caderneta de vacinas

Da Redação em 16 de Setembro de 2017

É tranquilo o movimento nas Unidades de Saúde da Família de Corumbá abertas neste sábado (16) para a Campanha Nacional de Multivacinação. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 47 milhões de crianças e adolescentes menores de 15 anos estão convocados para atualizar a caderneta de vacinas. 

As vacinas disponíveis nesta campanha para crianças menores de 7 anos são: BCG – ID, hepatite B, penta (DTP/Hib/Hep B), VIP (Vacina Inativada Poliomielite), VOP (vacina oral contra pólio), VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano), vacina pneumocócica 10 valente, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola, caxumba), DTP (tríplice bacteriana), vacina meningocócica conjugada tipo C, tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela) e hepatite A.

Já as doses disponíveis para crianças e adolescentes entre 7 e 15 anos são hepatite B, febre amarela, tríplice viral, dT (dupla tipo adulto), dTpa, vacina meningocócica conjugada tipo C e HPV.

Em 2017, o Ministério da Saúde fez alterações no esquema de vacinas e, por isso, orienta os pais a irem aos postos de saúde para checar a caderneta de vacinação. Com o slogan Todo mundo unido fica mais protegido, a campanha começou no dia 11 de setembro e vai até o dia 22 de setembro em cerca de 36 mil postos fixos de vacinação em todo o País.

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Em Corumbá, funcionarão até as 16h30 deste sábado os seguintes postos de Estratégia em Saúde da Família: ESF Breno de Medeiros, localizado na rua Cyríaco de Toledo, s/nº, bairro Popular Nova; ESF Gastão de Oliveira, rua Nossa Senhora da Conceição s/nº, bairro Maria Leite; ESF Fernando Moutinho, alameda José de Barros Maciel, nº48, Cristo Redentor; ESF Luiz Fragelli, av. Rio Branco, s/nº, Universitário; ESF Beira Rio, rua Delamare, nº384, Centro; ESF Nova Corumbá, rua Círyaco de Toledo, s/nº, Nova Corumbá; ESF Popular Velha, rua Teodomiro Serra, s/nº, Popular Velha; ESF Padre Ernesto Sassida, rua José Fragelli, s/nº, esquina rua Dom Aquino, Dom Bosco; ESF Aeroporto II, rua Santos Dumont, nº47, Aeroporto. ESF Pedro Paulo II, rua Batista das Neves, nº119, Centro; ESF Kadwéus, rua Círyaco de Toledo, s/nº, bairro Guanã; Centro Comunitário Padre Ernesto Sassida, no bairro Maria Leite; ESF Humberto Pereira, na rua Luiz Feitosa Rodrigues, esquina rua Duque de Caxias; e ESF Enio Cunha I, localizado na Alameda Tamengo, s/nº, bairro Cervejaria.

Campanhas antivacinação

A presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabella Ballalai, alerta que a vacinação é considerada, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a ferramenta que mais resultou positivamente na saúde pública mundial. “Nós morríamos de varíola aos montes, morríamos de pólio ou temos pessoas que até hoje vivem com sequelas da pólio. A gente esquece a vacinação quando não vê mais a doença”, disse.

Segundo ela, muitas doenças que foram erradicadas no Brasil ou mesmo controladas ainda não estão eliminadas e podem representar risco para não vacinados. “Nenhuma vacina é mais ou menos importante. Todas as vacinas são contra doenças potencialmente graves, que podem matar, levar a hospitalização e sequelas”, explicou.

As mídias sociais têm sido um espaço de disseminação de falsas informações sobre vacinas, segundo Isabella, criando movimentos antivacinais. A justificativa, em geral, é a de que a vacinação leva ao aparecimento de outras doenças. “Há relatos de casos. A notícia de que uma criança passou mal depois de tomar a vacina rapidamente se espalha por todo o país.”, disse, explicando que não há embasamento científico para esse tipo de informação.

Segundo a presidente da SBIm, uma caso não faz a vacina insegura e, mais importante, as coincidências acontecem. “Vamos imaginar que, no primeiro ano de vida, a criança toma vacina todo mês. É claro que o que ela tiver que apresentar de doença ou problema grave, com ou sem vacina, isso iria acontecer, porque ela [a criança] estará sempre relacionada temporalmente com a vacina”, disse. “Temos tantas drogas com eventos adversos graves e que tratam doenças. Mas não vemos o movimento antibiótico, por exemplo. Então, porque as vacinas?”

Recentemente, o site da SBIm e o Portal Família SBIm foram incluídos pela OMS na lista de páginas que oferecem informações confiáveis sobre vacinas, a Vaccine Safety Net (VSN). “Isso é motivo de muito orgulho, mostra que a gente não pode desistir de comunicar”, disse Isabella.

A médica explica que a vacinação é um direito da criança e do adolescente previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e que os pais que não vacinam seus filhos podem sofrer processos do conselho tutelar e serem obrigados a fazer a imunização.

“Não vacinar quando todos se vacinam é uma zona de conforto porque a chance da criança adoecer é mínima. Mas se temos dois ou três pais que não vacinam e temos uma baixa cobertura por isso, aí essas crianças não vacinadas colocam em risco todas as outras”, disse. Isso acontece porque as vacinas não tem 100% de eficácia, mas ficam em torno de 95% ou 98%, segundo Isabella. Com informações da Agência Brasil.

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