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Corumbá, MS
24 de Outubro de 2017
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Entregando o ouro

Da Redação em 14 de Agosto de 2017

Parlamentarismo

O presidente Michel Temer acenou com a possibilidade de implantar o parlamentarismo no Brasil a partir de 2019. O sistema aumenta os poderes dos deputados federais e senadores que juntos, mandam no Executivo que passa a ser um primeiro ministro, eleito por eles mesmos.

É tudo o que eles querem

Se todo chefe de Executivo neste país tem dificuldade de governar por causa das câmaras legislativas, imaginem então se elas passarem a ter tanto poder assim. E pior, se a distribuição de dinheiro aos parlamentares hoje é obrigatória, pública e notória, se eles estiverem no topo da cadeia então...

Até as prefeituras

Sofrem nas mãos dos parlamentares. Prefeito tem que andar pianinho com vereador, ou pelo menos ter a maioria na Câmara. Se isso não acontecer, os caras mandam e desmandam e se bobear afastam, cassam, fazem o que querem. Afinal, quem faz e aprova as leis são eles.

Ruim com ele

Então, o Brasil tem sofrido muito com seus últimos presidentes, mas não deixa de ser um aprendizado. Faz pouco tempo que o país voltou a eleger o chefe maior do executivo nacional e está passando por um processo de amadurecimento que precisa ainda de tempo para se ajustar. Talvez ainda não seja hora de trocar o presidente por um primeiro ministro.

Até porque

É mais fácil aparar as arestas com o presidente do que com o congresso inteiro. Se está complicado ajeitar a casa com uma única pessoa, imagina com quinhentas, seiscentas.

Mudando de assunto

Começaram as discussões (leia-se conversações) para definição do Pacto por Corumbá. Reunião nesse sentido foi realizada na Câmara Municipal de Corumbá na semana passada.

Maior mobilização

Faltaram muitos dos importantes atores políticos da região e Ladário também ficou de fora. Se existe a intenção de se firmar um pacto, a conversa teria que ser mais ampla.

Mesmo assim

O prefeito Ruiter Cunha de Oliveira falou em convidar, nas próximas, mais representatividades do município como presidentes de bairros, por exemplo. Com certeza irão somar, mas lideranças políticas também são importantes nesse contexto.

Continuar caminhando

É preciso que as conversas avancem e que o projeto ganhe corpo, ele é importante para a região como um todo. E não se admirem porque na hora da eleição todo mundo campeia voto além das divisas.

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