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26 de Julho de 2017
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Saúde de Ladário aguarda resultado de exame de paciente com suspeita de H1N1

Da Redação em 07 de Março de 2017

A Secretaria de Saúde de Ladário, informou nesta terça-feira (07) que investiga um caso suspeito da gripe H1N1. “Trata-se de um homem adulto, que está em tratamento. O material foi coletado e enviado para exame”, explicou Keyla Brito, gerente em Saúde do município. Segundo ela, a pessoa reside no bairro Alta Floresta e está com os sintomas da doença, mas como eles são semelhantes aos de uma gripe forte, ainda não se pode afirmar que ele está com H1N1.

O exame da gripe A são feitos pelo Laboratório Central (Lacen), que fica em Campo Grande e é o único capacitado no Estado. Normalmente o resultado leva 15 dias para retornar. A influenza é transmitida pelo contato direto ou pelo ar, através das secreções gotículas pela tosse ou pelo espirro.

Além da gripe A, o município trabalha na contenção da leishmaniose. A doença já teve dois casos registrados este ano, o último, em uma menina de 3 anos, residente no bairro Nova Aliança, que já teve alta hospitalar e permanece em tratamento em casa. A região passa por um inquérito canino e pela coleta de mosquitos, ações que devem determinar o índice de contaminação dos cães e de infestação do Flebótomo, mosquito transmissor da leishmaniose.

“Também vamos fazer a borrifação de veneno em um raio de 9 quadras ao redor da residência da criança contaminada”, disse Keyla. A maior preocupação dela é com o número de cães que perambulam pelas ruas da cidade, principalmente na parte alta, onde as doenças vêm sendo registradas.

“Legalmente, nós não temos nem mesmo como recolher os cães, a não ser que eles estejam visivelmente contaminados”, explicou ela, complementando que, “tem casas que os moradores não autorizam a nossa entrada para coletar o sangue dos animais”. E com essa resistência da própria população, a probabilidade é que os problemas possam aumentar.

Este ano, 16 cães passaram pela eutanásia no Núcleo de Controle de Zoonoses, mas um índice expressivo da população canina estimada em 5,5 mil animais, pode estar contaminado pela leishmaniose e servindo de hospedeiro e transmissor ao homem. Os cachorros também transmitem a raiva e, esta semana, uma pessoa foi mordida. Ela e o cão estão em observação, mas por enquanto, não há confirmação da presença do vírus da doença. Com informações da assessoria de comunicação da PML.

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