Menu

Fale Conosco Expediente Buscar

Corumbá, MS
18 de Dezembro de 2017
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
 

Reinaldo discute hoje queda do ICMS do gás boliviano com ministro

Notícias MS em 21 de Fevereiro de 2017

O governador Reinaldo Azambuja retoma as discussões relativas à redução da importação do gás natural boliviano pela Petrobras, que impactou a arrecadação de Mato Grosso do Sul, se encontrando nesta terça-feira, em Brasília, com o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha. A audiência está prevista para às 14h (horário de Brasília).

Chico Ribeiro/Governo do Estado

Reinaldo ressalta importância de a Petrobras rever sua posição em relação ao gasoduto

Azambuja esteve com o presidente da República, Michel Temer, na semana passada, quando expôs o preocupante quadro financeiro do Estado com a queda na receita de ICMS, por conta da política da estatal petrolífera de reduzir o bombeamento do gás boliviano; No próximo dia 10 de março, o governador se encontrará com o presidente da Petrobras, Pedro Parente.

“Se não fosse a diminuição da receita do gás (boliviano), a equação financeira do nosso Estado estaria bem mais positiva, pois a arrecadação, no geral, tem se mantido crescente graças ao bom desempenho outros segmentos econômicos”, disse o governador, enfatizando a importância de a Petrobras rever sua posição em relação ao gasoduto Bolívia-Brasil.

Desequilíbrio financeiro

Azambuja acrescentou que a redução drástica do ICMS do gás boliviano – a importação representou 18% da arrecadação do Estado, em 2014, e caiu para 4%, em 2017 – motivou, entre outros fatores financeiros e administrativos, a implantação das medidas de contenção de gastos por meio de projeto de reestruturação do governo enviado à Assembleia Legislativa nesta segunda-feira.

“Somos um dos poucos estados que ainda se mantém adimplente, mas essa questão do gás nos preocupa porque a arrecadação do ICMS caiu 50% do valor arrecadado, uma diferença brutal que desequilibra as contas do Estado”, disse. Ele citou que as perdas acumuladas nas operações do gás somam R$ 939,8 milhões, em três anos, com a receita encolhendo de R$ 1,376 bilhão, em 2014, para R$ 436,5 milhões (projetada para este ano).

“Estivemos com o presidente (Temer) e agora nos reuniremos com o Eliseu Padilha, juntamente com a nossa bancada federal – acrescentou Reinaldo Azambuja -, em busca dessa recomposição do gás, que não é uma luta apenas do Executivo, mas da classe política e da sociedade. É preciso o engajamento de todos, até porque a perda é de todos”, argumentou.

Participam do encontro de Reinaldo Azambuja com o ministro Eliseu Padilha, além da bancada federal, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Junior Mochi, e os secretários estaduais Márcio Monteiro (Fazenda) e Jaime Verruck (Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico).

 

Ações e Compartilhamento
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE