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Corumbá, MS
17 de Outubro de 2017
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PMA reforça fiscalização à espera da liberação do pesque e solte

Marcelo Fernandes em 30 de Janeiro de 2017

A liberação do pesque e solte na calha do rio Paraguai a partir da quarta-feira, 1º de fevereiro, faz com que a Polícia Militar Ambiental (PMA) reforce a fiscalização fluvial e desenvolva uma ação estratégica de patrulhamento. A proibição de captura do pescado, por conta da piracema, segue até 28 de fevereiro.

De acordo com o Comando da PMA, o policiamento nos municípios de Corumbá e Porto Murtinho – as áreas envolvem a calha do rio Paraguai – será reforçado com equipes de Campo Grande. O reforço visa evitar que a permissão do pesque e solte seja desrespeitada. O desrespeito à lei é passível de prisão por prática de pesca predatória. Militares vão orientar turistas, no Porto Geral, sobre a legislação.

Divulgação PMA

PMA também terá equipes nas fronteiras com o Paraguai e Bolívia e na região de divisa com o estado do Mato Grosso

A PMA também terá equipes nas fronteiras com o Paraguai e Bolívia e na região de divisa com o estado do Mato Grosso, inclusive, na área do entorno do Parque Nacional do Pantanal.

Alerta sobre pesca

A exceção do pesque e solte na calha do rio Paraguai, a PMA ressalta que a única pesca permitida neste período na bacia do Rio Paraguai, nos rios de domínio do Estado de Mato Grosso do Sul e na Bacia do Paraná, é a pesca de subsistência. Só quem pode pescar é o ribeirinho que precisa da proteína do peixe para manutenção de sua vida. Ele pode capturar 3 quilos ou um exemplar, respeitando as medidas permitidas. Não pode comercializar em hipótese alguma.

A pesca continua fechada até 28 de fevereiro. Desrespeito à legislação pode levar a prisão em flagrante e ter todo o material apreendido. A multa varia de R$ 700 a R$ 100 mil, acrescido de 20 reais por quilo do pescado irregular apreendido.

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