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Corumbá, MS
25 de Junho de 2017
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Governador diz que Núcleo de Inteligência na fronteira será instalado até dezembro

Notícias MS em 29 de Novembro de 2016

Temos um compromisso do ministro da Justiça, Alexandre Moraes de ainda em dezembro instalar o Núcleo de Inteligência para reforçar a segurança pública na fronteira. A afirmação foi feita na segunda-feira (28), durante um evento do TCE para prefeitos eleitos e reeleitos, pelo governador Reinaldo Azambuja que esteve em Brasília com o ministro na última sexta-feira. O estado possui 1.500 quilômetros de fronteiras, sendo 1.131 km com o Paraguai e 386 quilômetros com a Bolívia.

Chico Ribeiro/Governo do Estado

Núcleo é importante para trabalhar serviço de inteligência na fronteira

Dados da segurança pública nacional apontam que o Estado está entre os que apreendem grandes volumes de drogas. De acordo com a Secretaria de Justiça e Segurança Pública de MS (Sejusp), só no primeiro semestre de 2016 foram mais de 150 toneladas. Devido a esse número, Mato Grosso do Sul vai receber o primeiro dos cinco núcleos de inteligência projetados pelo Governo Federal para reforçar a segurança e combater os crimes de tráfico de drogas e armas na faixa de fronteira.

De acordo com o governador, o Secretário Nacional de Segurança Pública, Celso Perioli, esteve reunido com o Secretário de Justiça e Segurança Pública de MS, José Carlos Barbosa, para garantir que ainda em dezembro o núcleo seja instalado.

“Esse núcleo é importante para trabalhar a inteligência na fronteira. A Força Nacional que é composta de sete mil homens está fazendo um chamamento e vai disponibilizar um grupo maior para as fronteiras de MS. Com isso começamos a sair das discussões e tratativas para a prática, fazendo investimentos importantes para fortalecer a segurança e melhorar a segurança pública no nosso estado”, declarou Reinaldo.

O governador falou ainda sobre outros assuntos durante a agenda. Confira:

Receita do estado

“A receita do estado deve fechar abaixo da inflação. Em 2015 foi assim, em 2016 e a previsão para 2017 é de um crescimento menor. Isso impõe cada vez mais ajustes para o equilíbrio das contas públicas, com o objetivo de atender as demandas. Por isso nós governadores do Brasil inteiro estamos discutindo ações conjuntas na área do equilíbrio previdenciário, no controle do teto dos gastos públicos em uma pauta comum. Hoje estão os secretários de finanças dos 27 estados com o ministro da Fazenda, Henrique Meireles, fazendo essa tratativa para fazer o encaminhamento das leis que são necessárias para um bom equilíbrio fiscal das unidades da federação”.

Pagamento do 13º salário

“O pagamento do 13º salário ainda não tem data estabelecida. Ele será feito de uma só vez, em parcela única. No momento, estamos fechando a ação para anunciar a data. Mas o pagamento será feito em parcela única como foi feito no ano passado”.

Reforma administrativa

“Para a reforma administrativa há um estudo que vem sendo feito, aprimorando, olhando a expansão da crise. Parece que 2017 e 2018 serão anos difíceis. Quem viu o governo federal revisar o Produto Interno Bruto (PIB) do ano de 2017 que era de 1,5% para 0,5% de crescimento é porque o próprio governo federal enxerga uma retração da economia. Nós não queremos simplesmente fazer uma reforma. Vamos diminuir o tamanho do estado sem comprometer as entregas. por isso tem uma equipe desenhando isso. A gente espera assim que concluir, encaminhar para a Assembleia Legislativa”.

Pontes e estradas

“As pontes demoraram um pouco, principalmente por conta dos projetos executivos. Estamos muito criteriosos para não ter os problemas que termos hoje, com ponte que caiu, estrada que derreteu com a primeira chuva. Muitas dessas estradas estamos terminando o projeto executivo e vamos licitar para fazer a recuperação. Temos 66 pontes de concreto, sendo quatro que já estão prontas, 42 com ordem de início de serviço e outras com assinatura de contrato e licitação. É importante porque vamos aumentar em 30% o número de pontes de concreto que existiam no estado em 39 anos de divisão, em um ano e meio. Também porque libera acesso e diminui problemas de logística. A demora se deve a necessidade dos projetos executivos para que a população não pague pela obra duas vezes”.

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