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Corumbá, MS
20 de Junho de 2018
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Candidatos estão contabilizando os votos para as eleições de outubro

Da Redação em 07 de Junho de 2018

Quem vence?

Esta é a pergunta que aqueles que querem ser candidatos a um dos cargos eletivos deste ano estão se fazendo a todo momento. Para deputado estadual tem gente que afirma que se elege com 13 mil votos, outros já afirmam que terão que ter acima de 20 mil. Isso aqui em Corumbá onde a maioria pretende fechar a fila dos eleitos e não tem muitas aspirações de serem os mais votados. Já para federal, tem pré-candidato achando que vai com 30 mil votos, mas a conta dos especialistas é de que com menos de 40 mil ninguém se elege. A bolsa de apostas está aberta...

Bia Cavassa

A conta é de que, no PSDB, a viúva de Ruiter Cunha de Oliveira vá necessitar de 23 mil votos. Para isso, deve contar com o apoio de Marcelo Iunes, hoje prefeito da cidade, no Pacto Político por Corumbá, e do espólio político deixado por Ruiter Cunha de Oliveira, que se ela souber usar, vai aproveitar muito bem. No PSDB, hoje são sete deputados que devem buscar a reeleição. 

Chicão Viana

No Solidariedade, ele afirma que com 13 mil votos se elege e deverá ter apoio de Marquinhos Trad, ex-deputado estadual e hoje prefeito de Campo Grande. Legenda barata e se fosse assim, fácil, tinha muito candidato pulando para o Solidariedade. Mas, nunca se sabe, Sandro Fabi se elegeu deputado por Corumbá com 6 mil votos, Éder Brambilla com 11 mil, embora isso tenha sido há muiiito tempo.

Paulo Duarte

Essa legenda também é cara, o MDB, partido ao qual Duarte se filiou, tem sete deputados que querem se reeleger, com certeza. Além disso, há que se pesar na balança que, para este ano, ele não terá o apoio nem de Zeca do PT, nem de Ruiter Cunha, que sempre o ajudaram nas eleições tanto de deputado quanto de prefeito. Quando foi bater votos contra Ruiter, Duarte perdeu mesmo estando no poder. 

Cancelada de novo

A vinda do juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT) a Corumbá, que estava marcada para hoje, foi cancelada pela segunda vez, a primeira em 24 de maio. A informação que não havia teto para decolar no Aeroporto de Campo Grande.  A agenda diária do pré-candidato pedetista divulgada na internet traz, praticamente todos os dias, que ele está cumprindo compromissos na Capital do Estado. 

É aquele negócio

Campanha política é diferente de magistratura. Magistrados dão as ordens que rompem divisas, de dentro dos gabinetes. Políticos têm que gastar gasolina, pneu de carro, asa de avião e sola de sapato se quiserem o voto do eleitor. É como disse o presidente da Câmara de Corumbá,  Evander Vendramini: “não adianta ser hipócrita de dizer que não precisa de dinheiro para a campanha”.

* Detalhe é uma coluna de opinião do Diário Corumbaense que aborda os mais variados assuntos. 

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