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Corumbá, MS
23 de Junho de 2018
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A importância do voto

Da Redação em 27 de Abril de 2018

Descrentes com a política diante de tantas denúncias e comprovações de corrupção e vendo políticos serem presos a todo momento, de todas as camadas, sejam vereadores, deputados, senadores e até ex-presidente da república, o eleitor brasileiro está cansado. Muitos dizem que não querem e não vão mais votar. E pior que isso não é mentira. As abstenções vêm preocupando as autoridades e àqueles que sabem que é necessária a participação popular para mudar um país. 

Nas eleições de 2014, nada menos do que 373 mil eleitores de Mato Grosso do Sul deixaram de votar. Isso representou 20,53% do eleitorado sul-mato-grossense. E olha que foi eleição pesada, para presidente, governador, senador e deputados. Um número espantoso para um país considerado emergente, onde as pessoas lutam por melhorias da qualidade de vida, por educação, por emprego, por melhores salários.

Aquele que se abstém, perde também o direito de cobrar, não pela lei, mas pela moral. Aliás, quem se absteve, vai cobrar a quem? Se não votou em ninguém, não elegeu ninguém, não tem ninguém para cobrar. Pode até reclamar de vez em quando, mas da mesma forma que ficou fora do processo de eleição, ficará fora do processo de legislação e governabilidade pelo período de quatro anos. 

Só existe uma forma de mudar um país, principalmente um país como o Brasil onde a corrupção perdeu os parâmetros e boa parte dos políticos, a vergonha. Essa forma é simples, tem que participar do processo eleitoral, tem que se candidatar, tem que procurar espaços, se agrupar, tem que votar. É só assim, agindo ativamente, que o cidadão de bem vencerá. 

A todo momento o brasileiro vê as notícias  de que este ou aquele político ou grande empresário serão enquadrados por formação de quadrilha. Sabe por que? Porque eles estão se associando, formando grupos, quadrilhas para roubar o dinheiro do povo. Então qual a resposta que o povo tem que dar? Tem que formar os seus grupos para lutar e se defender. 

Se eximir não leva ninguém a nada nem a lugar nenhum. Ficar de fora é coisa de ermitão, de quem não tem capacidade de se associar ou de quem não tem pretensões de melhorar de vida. E se o medo é errar, melhor errar do que deixar de tentar acertar. Votar em alguém e depois ver esse alguém fazendo falcatrua, não significa que você errou, mas que você delegou confiança e poder à pessoa errada. O jeito é levantar, sacudir a poeira, dar a volta por cima e continuar tentando. Um dia vai dar certo, com certeza vai...

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