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20 de Setembro de 2018
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Bloqueios somam mais de 9 km de congestionamento em BRs

Campo Grande News em 10 de Abril de 2018

Divulgação/PRF

Congestionamento em um dos pontos do protesto organizado por grupos de sem-terra

Os protestos de grupos ligados ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), que bloqueiam três trechos de rodovias federais de Mato Grosso do Sul, acumulam ao menos nove quilômetros de congestionamento. O bloqueio total das rodovias impede o fluxo de veículos em todos os pontos ocupados por manifestantes, desde o início da manhã de hoje (10).

As manifestações têm causado transtornos até mesmo para a Central de Atendimento da PRF (Polícia Rodoviária Federal), que vem registrando congestionamento das linhas de atendimento devido à quantidade de ligações recebidas. Os motoristas se queixam das dificuldades provocadas pelos bloqueios.

“Em nossa Central de Atendimento (o 191) há um grande número de ligações de usuários se queixando dos transtornos. As linhas ficam congestionadas dificultando o atendimento a situações realmente emergenciais”, afirmou a assessoria de comunicação da PRF.

De acordo com a PRF, no quilômetro 104 da BR-163, em Naviraí, estão reunidos cerca de 30 manifestantes no bloqueio que provoca aproximadamente 1 km para cada sentido da via. Apesar de parecer baixo, a polícia afirma que o fluxo está sendo controlado quilômetros antes pela CCR MSVia.

Em Nova Andradina, no quilômetro 126 da BR-267, o protesto reúne cerca de 60 pessoas. O congestionamento no local também é maior, chegando a quatro quilômetros para cada lado. No local, representantes de quatro acampamentos reivindicam audiência com o MPF (Ministério Público Federal) de Dourados.

No terceiro ponto de bloqueio, no quilômetro 444 da BR-262, trevo que dá acesso ao município de Dois Irmãos do Buriti, o congestionamento registrado também é de quatro quilômetros para cada sentido da pista.

 

Ações e Compartilhamento
Comentários:

Eduardo Zinezi Duque: E o que a PRF está fazendo, visando "desobstruir" essas estradas, permitindo a normalização do fluxo? Afinal de contas, não pode ser "legal", um movimento reivindicatório, impedir nosso Direito Constitucional do "livre, ir e vir". Aqui, não se discute o direito de reivindicar, já que entendemos, ser ele legítimo, porém, isso não pode gerar, impedimentos nos direitos das outras pessoas. O que se espera das autoridades é, menos conversa fiada e, mais ação, visando resolver, de forma urgente, essa situação-problema.

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