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Corumbá, MS
12 de Dezembro de 2017
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Após relatório técnico, Prefeitura pode desocupar área próxima a bloco de rochas

Ricardo Albertoni em 19 de Novembro de 2017

Divulgação/Bombeiros

Apesar de não ter identificado danos à estrutura dos imóveis próximos, Prefeitura pode ter que fazer remoção

A Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos de Ladário, juntamente com a Defesa Civil realizou vistoria no final da tarde de sábado (18) em imóveis próximos ao local de onde, por volta das 17h, um bloco de rochas se desprendeu e rolou até as proximidades do rio Paraguai depois da forte chuva que caiu na região.

De acordo com o secretário Luiz Afonso Perez Mazó, que também responde pela Defesa Civil, apesar de não ter identificado danos à estrutura dos imóveis localizados no cruzamento das ruas Fernandes Vieira e Dom Pedro II, é possível que após o relatório técnico de equipe de engenheiros e geólogos do município, as cerca de 10 a 15 famílias moradoras no local sejam remanejadas para outra área.

“O que cedeu foi uma parte suspensa, era como uma toca. Fizemos uma vistoria e identificamos que não houve abalo nenhum com relação à estrutura das casas existentes, porém, iremos fazer um trabalho juntamente com nosso corpo técnico, engenheiros, geólogos, para elaborar um parecer mais preciso. Faremos um estudo para ver se a gente desocupa aquela área. É difícil prever uma coisa dessas, por mais que você olhe, como vamos prever que aquilo pode acontecer. É complicado, mas depois desse caso sabemos que tudo pode acontecer e vamos tomar providências a respeito disso. Vai mexer com casas, pessoas, terreno, é um processo delicado, mas teremos que fazer”, explicou ao Diário Corumbaense o secretário.

Mazó afirmou que a Prefeitura realiza intervenção paliativa para prevenir possíveis alagamentos nas residências caso ocorra chuva mais forte. Duas casas, localizadas mais próximo à encosta são as que exigem maior preocupação.

“Lá na parte de cima da rua que vinha da Dom Pedro II, descia muita água. Tem um bueiro que não estava dando vazão, mas tomamos as medidas para que a água não entre na rua e afete as casas”, disse o secretário que destacou que a Prefeitura segue acompanhando a situação das famílias, que se negaram a deixar os imóveis.

“Nós enfrentamos a situação de que as pessoas não querem sair de lá. Se houvesse risco iminente, teríamos que tomar medidas para retirá-los, mas como não identificamos esse risco, pedimos para que eles, no caso de mais chuvas, saiam do local por precaução”, finalizou.

 

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