Corumbá, 10 de Setembro de 2010 Direção Geral: Rosana Nunes MTB 064/MS

Polícia

Quatro são presos acusados de participação no assassinato de PM

Por: Rodrigo Nascimento em 13 de Janeiro de 2010

Ricardo Albertoni

Nadson Galvão, Giliarde Pereira e Willian da Silva, foram presos nesta quarta-feira

Reprodução

Subtenente Arruda foi morto na noite de segunda-feira

A polícia esclareceu no final da tarde desta quarta-feira (13) a morte do subtenente da reserva da Polícia Militar, Edézio Gonçalves de Arruda, assassinado na noite de segunda-feira, 11, na Estrada Branca. Nadson Pereira Galvão, o “Nandinho”, de 24 anos; Giliarde Pereira, o “Cabeça”, 25; Willian da Silva, 19, e um adolescente de 15 anos, são acusados de participação no crime. Segundo o delegado Enilton Zalla, responsável pelo caso, Nadson teria sido o autor da pedrada que vitimou o militar da reserva. Ele vai responder pelos crimes de latrocínio, formação de quadrilha e ainda tráfico de drogas. Na casa dele, os policiais encontram papelotes de pasta base de cocaína e maconha.

Giliarde, que ajudou Nandinho na abordagem da vítima e conduziu o carro até a estrada que dá acesso ao assentamento Taquaral, será indiciado por roubo seguido de morte e formação de quadrilha. Já Willian, um dos mentores da ação criminosa, vai responder só por formação de quadrilha. Os três confessaram o crime.

Ainda de acordo com o delegado da Polícia Civil, outras 3 pessoas estão envolvidas no caso. Duas delas, identificadas apenas como Jocir e Carneiro, chegaram a ser detidas na terça-feira, mas os dois foram liberados por falta de provas. Eles também teriam auxiliado a arquitetar o roubo.  Com a prisão e os depoimentos dos outros integrantes da quadrilha, a dupla pode ser detida a qualquer momento. O nome do último integrante ainda está sendo mantido em sigilo pela Polícia para não atrapalhar as investigações.

“A investigação seguiu ininterrupta desde a data do crime, por isso todos serão autuados em flagrante”, afirmou Zalla. Ele também explicou o motivo pelo qual a Polícia Civil não afastou de imediato a possibilidade de acerto de contas. “Quero deixar claro que este possível acerto de contas seria por parte de uma pessoa que teria tido um problema judicial e que poderia querer se vingar do policial. Mas isso foi descartado totalmente depois que avançamos nas investigações”, enfatizou.

Os três presos estão detidos na Delegacia de Polícia Civil. O adolescente foi encaminhado para a Unei de Corumbá. Uma reconstituição do latrocínio deve ser feita pela equipe de investigação. “Vale ressaltar o trabalho conjunto realizado entre as polícias Civil e Militar. A polícia se uniu e chegou a prisão desta quadrilha”, disse o delegado. Fonte: Diário Corumbaense (www.diarionline.com.br).

Fonte: Diarionline / Diário Corumbaense

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